Lista de alunos por minicurso
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
O futuro da Biotecnologia em Boston

Em matéria publicada no jornal "The Boston Globe", Lawrence H. Summers, reitor emérito da Universidade de Harvard e ex secretário do tesouro nacional americano mostra sua visão sobre o Futuro da Biotecnologia na Região de Boston nos Estados Unidos.
"VOCÊ NÃO precisa ter a minha idade para lembrar quando a Rota 128 alavancou o "Milagre de Massachusetts" - O boom regional da tecnologia da computação criado pela educação científica de primeira linha e por empreendedores visionários. E você não precisa ser um sobrevivente do cancer (como eu) para ver na pesquisa biomédica contemporânea a perspectiva de milagres na medicina impulsionado pelo boom do Biomédico em Boston.
A pesquisa biomédica tem apresentado progressos sensacionais em salvar vidas e reduzir o sofrimento humano. Nos últimos 50 anos, a expectativa de vida aumento em mais de 3 horas a cada dia. Isso é algo muito real para mim. Eu tive câncer aos 30 anos e fui tratado com sucesso. Posteriormente, pesquisando, descobri que os meus tratamentos tinham sido desenvolvidos há apenas 10 ou 15 anos antes de 1984, quando fui diagnosticado. Tenho grande o sentido muito aguçado da importância do trabalho desenvolvido aqui em Boston. É por isso que investir em ciências da vida era a minha prioridade enquanto eu era reitor da Universidade Harvard e hoje ainda acredito que muito mais pode e deve ser feito para explorar plenamente o potencial da pesquisa biomédica, tanto em Boston, como no mundo como um todo.
Nos oito quilômetros ao redor da praça de Harvard, há mais talentos da pesquisa biomédica do em qualquer outra cidade do mundo. Nossas universidades e hospitais são inigualáveis. Somos centros importantes em biotecnologia e ciências farmacêuticas. E cada vez mais, dentro de nossas universidades e hospitais, criamos instituições que promovem colaboração em apoio a diversas missões que podem mudar o mundo. Eu tive o privilégio de ser reitor durante a criação do Instituto de Célula-Tronco de Harvard, numa época em que o governo estava barrando a pesquisa com células-tronco e ver o início da criação do Instituto Wyss, que combina biologia e engenharia.
Mas ainda há muito mais que pode ser feito se quisermos construir sobre os nossos sólidos alicerces. SIM, a ciência depende das faíscas da criatividade individual. E os negócios dependem do sucesso, visão e motivação dos empreendedores. Mas nenhum gênio, nenhum empresário, nem mesmo qualquer instituição consegue sozinho. Newton uma vez disse que se ele conseguia ver mais longe do que os outros, era porque ele estava sobre os ombros de gigantes.
Precisamos de um ambiente de políticas públicas nesta cidade, neste estado e neste país que apoiem os progressos fundamentais que a investigação biomédica pode trazer. Para Boston, isso significa garantir que, em um momento de grande competição, exista moradia, escolas e redes de transporte que permitam que este seja um lugar muito desejado para se viver a comunidade de estudiosos, cientistas e empresários que podem impulsionar a pesquisa biomédica.
Para este estado, isso significa assegurar um quadro de políticas públicas no qual nossos notáveis hospitais possam crescer, prosperar e ter os recursos necessários para poderem se dedicar ao desenvolvimento dos tratamentos de amanhã e desenvolver a próxima geração de líderes nacionais em saúde. Isso não significa dar cheques em branco para os nossos grandes centros médicos, ou qualquer falta de consciência de custos. Significa reconhecer que a regulamentação pesada imposta ou os regimes de reembolso excessivamente rígidos são erros graves. Qualquer economia de curto prazo seria prejudicada pelos custos a mais longo prazo de colocar em risco nossa liderança nas áreas de assistência ao paciente, educação médica e pesquisa fundamental.
E para o governo federal, precisamos nos comprometer novamente como nação a fornecer o apoio suficiente para aproveitar este momento da pesquisa biomédica. James Watson descobriu a estrutura do DNA quando ele tinha 28 anos. Einstein descobriu a teoria da relatividade quando era ainda mais jovem. É trágico que, por causa das reduções orçamentárias, a idade média em que os pesquisadores biomédicos conseguem seu primeiro finciamento de pesquisa independente é agora acima dos 40.
Não se engane sobre as apostas em tudo isso para a Grande Boston. A primeira, e em última análise, menos importante, é a questão econômica. Se você tivesse perguntado a um grupo de pessoas da Escola de Administração de Harvard, em 1978, onde seria o centro de inovação futura em torno da tecnologia da informação, teria havido uma previsão clara e universal que aconteceria em torno da região de Boston e da rota 128. Mas nós perdemos, não metade, não dois terços, mas essencialmente tudo isso para o Vale do Silício. Por quê? Em parte foi sorte por estar em uma região onde grandes gênios estavam. Em parte pela estratégia universitária adotada: a Universidade de Stanford estava animada com o empreendedorismo enquanto Harvard olhava apenas o risco de possíveis conflitos de interesse. E também pelas políticas públicas. A inovação empresarial na Costa Oeste estimulou uma cultura que enfatiza uma presunção de permissão ao invés de uma presunção de proibição. Não podemos nos dar ao luxo de repetir nossos erros do passado.
Mas ainda mais importante do que os interesses econômicos, são as vidas que podemos salvar. Embora haja muito a comemorar no que foi realizado em termos do potencial de investigação biomédica para transformar o mundo, eu diria que estamos apenas no segundo ou terceiro turno. Milhões de vidas podem ser salvas nos próximos anos e décadas. Boston pode ser para este século, o que Florença foi para o século XV: não a mais rica nem a mais poderosa, mas a cidade admirada e desejada por sua contribuição para o pensamento humano, onde brilha a luz ainda mais brilhante para futuro."
#Boston #Harvard #Stanford #Empreendedorismo #Inovação #Saúde #Pesquisa #Ciência #Cura #TheBostonGlobe
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Começam HOJE as INSCRIÇÕES para o XVII Curso de Verão
Começam HOJE as INSCRIÇÕES para o XVII Curso de Verão
Você é graduando na área de Biológicas, Saúde, Engenharia Química e está cursando a partir do penúltimo ano da graduação? Ainda não fez os planos para o seu verão de 2017?
Sua oportunidade começa HOJE!
As inscrições acontecem de HOJE até 28 de Outubro de 2016 (link)
O resultado será divulgado em 18 de Novembro de 2016.
O "XVII Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular" do Centro de Terapia Celular será realizado no Hemocentro de Ribeirão Preto, no período de 30 de Janeiro a 10 de Fevereiro de 2017.
O objetivo do curso é oferecer aos alunos universitários de diferentes cursos das áreas de Biológicas, Saúde e Engenharia Química a oportunidade de conhecer as diversas linhas de pesquisa do Centro de Terapia Celular. O curso fornecerá embasamento teórico e prático para alunos interessados em ingressar em programas de pós-graduação nas áreas abordadas pelo curso.
O curso compreende 80 horas totais, sendo 40 horas de aulas teóricas e 40 horas de aulas práticas
Acompanhe as últimas informações na fanpage do curso no facebook (link)
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Selecionados "XVI Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular"!
Alunos Selecionados: | ||||
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domingo, 25 de outubro de 2015
Programação Curso de Verão
A programação para o "XVI Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular" acaba de ser divulgada!!
Esse ano, os alunos selecionados para o curso terão a oportunidade de assistir palestras com grandes nome da ciência brasileira.
Entre eles estão:
Entre eles estão:
Prof. Dr. Dimas Tadeu Covas é professor titular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo atual Diretor-Presidente da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto e Vice-Presidente da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia.
Profa. Dra. Lygia da Veiga Pereira Professora Titular e Chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da Universidade de São Paulo, integrante do CEPID-FAPESP Centro de Terapia Celular
Prof. Dr. Flávio Vieira Meirelles Livre docente na área de Biologia Celular e do desenvolvimento pela da Universidade de São Paulo, Prof. Associado III da FZEA/USP. Membro do comite coordenador de área (Medicina Veterinária) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e Presidente da comissão de Pesquisa por 3 mandados, chefe de departamento em dois mandatos e atualmente exerce a função de Prefeito do Campus de Pirassununga da USP.
Profa. Dra. Lygia da Veiga Pereira Professora Titular e Chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da Universidade de São Paulo, integrante do CEPID-FAPESP Centro de Terapia Celular
Prof. Dr. Flávio Vieira Meirelles Livre docente na área de Biologia Celular e do desenvolvimento pela da Universidade de São Paulo, Prof. Associado III da FZEA/USP. Membro do comite coordenador de área (Medicina Veterinária) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e Presidente da comissão de Pesquisa por 3 mandados, chefe de departamento em dois mandatos e atualmente exerce a função de Prefeito do Campus de Pirassununga da USP.
Conheça as linhas de pesquisa dos palestrantes clicando no nome do pastrante:
Programação completa e maiores informações no site do evento: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursoverao2016/progra.html
As inscrições vão até o dia 30 de outubro; Não perca tempo! Faça hoje mesmo!
Link para a inscrição: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursoverao2016/inscricoes.html
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
XVI Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular
Saiu a data do XVI Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular!
O "XVI Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular" do Centro de Terapia Celular será realizado no Hemocentro de Ribeirão Preto, no período de 25 de janeiro a 4 de Fevereiro de 2016.
O objetivo do curso é oferecer aos alunos universitários de diferentes cursos das áreas de Biológicas, Saúde e Engenharia Química a oportunidade de conhecer as diversas linhas de pesquisa do Centro de Terapia Celular. O curso fornecerá embasamento teórico e prático para alunos interessados em ingressar em programas de pós-graduação nas áreas abordadas pelo curso.
O curso compreende 80 horas totais, sendo 40 horas de aulas teóricas e 40 horas de aulas práticas.
Pré-requisito: Graduando na área de Biológicas/ Saúde/ Engenharia Química cursando a partir do penúltimo ano.
As inscrições estarão abertas de 5 a 30 de outubro 2015 e o resultado da seleção sairá no dia 16 de novembro de 2015. Não perca essa oportunidade!!
Maiores informações na página do hemocentro de Ribeirão Preto no link.
Curta a nossa fanpage no link.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Lista dos selecionados!! XV Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular
Acaba de ser divulgada a lista dos selecionados para o XV Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular!! Parabéns aos selecionados!
Alunos Selecionados:
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Fonte: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursoverao2015/selecionado.html
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
MINICURSOS - XV Curso de Verão - Genoma, Proteoma e Universo celular: Oncologia, Células-Tronco e Terapia Celular!
Conheça os MINICURSOS que acontecerão durante o XV Curso de Verão - Genoma, Proteoma e Universo celular: Oncologia, Células-Tronco e Terapia Celular!
Grupo A: Células-tronco pluripotentes
Grupo B: Tecnologias de cultivo de células animais
Grupo C: Abordagem Molecular em escala genômica aplicada ao estudo do Cancêr
Grupo D: Ferramentas laboratoriais para diagnóstico de neoplasias hematológicas
Grupo E: Introdução à espectrometria de massas e aplicações em oncologia, células-tronco e terapia celular
Ficou interessado? Entre no site do evento e saiba mais!
Site do Evento: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursoverao2015/mini.html
Grupo A: Células-tronco pluripotentes
Grupo B: Tecnologias de cultivo de células animais
Grupo C: Abordagem Molecular em escala genômica aplicada ao estudo do Cancêr
Grupo D: Ferramentas laboratoriais para diagnóstico de neoplasias hematológicas
Grupo E: Introdução à espectrometria de massas e aplicações em oncologia, células-tronco e terapia celular
Ficou interessado? Entre no site do evento e saiba mais!
Site do Evento: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursoverao2015/mini.html
domingo, 19 de outubro de 2014
24º PROGRAMA BOLSAS DE VERÃO CNPEM
24º PROGRAMA BOLSAS DE VERÃO CNPEM
A T E N Ç Ã O
As inscrições são feitas somente pelo Blog, com a documentação exigida. O Formulário para Inscrição será retirado do Blog às 24 horas (meia-noite), horário de Brasília, dia 20 de outubro de 2014.
Veja no menu o tópico INSCRIÇÕES DE CANDIDATOS. OS ARQUIVOS devem ser somente em extensão PDF e não podem superar, no total, 9MB.
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) realizará o 24º Programa Bolsas de Verão, destinado exclusivamente a estudantes de cursos de graduação universitária da América Latina e Caribe. Em Campinas, São Paulo, o CNPEM reúne uma inigualável infraestrutura de pesquisa e tecnologia para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), utilizada por cientistas do Brasil e do Exterior.
São candidatos potenciais ao Programa estudantes com bom nível de desempenho acadêmico em cursos universitários de Licenciatura, Bacharelado e Tecnologia, enquadrados em Ciências da Vida e Ciências Exatas. No ato da inscrição o candidato deverá estar cursando, no mínimo, o quarto semestre do curso. A documentação necessária para fazer a inscrição e os requisitos exigidos aos candidatos estão em Quem pode se inscrever, nesse blog.
Durante o período do Programa (janeiro e fevereiro de 2015) cada estudante selecionado ficará integralmente dedicado a um projeto científico ou tecnológico, sob orientação de pesquisadores dos Laboratórios Nacionais do CNPEM. São eles, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), oLaboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), o Laboratório Nacional de Nanotecnologia(LNNano).
O Cronograma do 24º Programa Bolsas de Verão do CNPEM está em Datas Importantes, nesse Blog.
Para saber o que o CNPEM oferece aos estudantes selecionados para participar do Programa veja Benefícios oferecidos aos Bolsistas.
A T E N Ç Ã O
As inscrições são feitas somente pelo Blog, com a documentação exigida. O Formulário para Inscrição será retirado do Blog às 24 horas (meia-noite), horário de Brasília, dia 20 de outubro de 2014.
Veja no menu o tópico INSCRIÇÕES DE CANDIDATOS. OS ARQUIVOS devem ser somente em extensão PDF e não podem superar, no total, 9MB.
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) realizará o 24º Programa Bolsas de Verão, destinado exclusivamente a estudantes de cursos de graduação universitária da América Latina e Caribe. Em Campinas, São Paulo, o CNPEM reúne uma inigualável infraestrutura de pesquisa e tecnologia para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), utilizada por cientistas do Brasil e do Exterior.
São candidatos potenciais ao Programa estudantes com bom nível de desempenho acadêmico em cursos universitários de Licenciatura, Bacharelado e Tecnologia, enquadrados em Ciências da Vida e Ciências Exatas. No ato da inscrição o candidato deverá estar cursando, no mínimo, o quarto semestre do curso. A documentação necessária para fazer a inscrição e os requisitos exigidos aos candidatos estão em Quem pode se inscrever, nesse blog.
Durante o período do Programa (janeiro e fevereiro de 2015) cada estudante selecionado ficará integralmente dedicado a um projeto científico ou tecnológico, sob orientação de pesquisadores dos Laboratórios Nacionais do CNPEM. São eles, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), oLaboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), o Laboratório Nacional de Nanotecnologia(LNNano).
O Cronograma do 24º Programa Bolsas de Verão do CNPEM está em Datas Importantes, nesse Blog.
Para saber o que o CNPEM oferece aos estudantes selecionados para participar do Programa veja Benefícios oferecidos aos Bolsistas.
Recorde nacional de investimento na ciência brasileira!
Nunca no Brasil se investiu tanto em Ciência. Os dados da revista científica Nature, mostram que os valores investidos em ciência de 2002 a 2012.
2002: R$ 1.3 bilhões(1)
2010: R$ 7.5 bilhões (1)
Se normalizarmos esses dados considerando a variação ao PIB do Brasil em cada ano respectivamente, isso representa que houve houve um crescimento de 200% em 2010 e 280% em 2012 quando comparado em 2002.
Isso vem sendo motivo para a crescente atração de cientistas do mundo todo para o nosso país segundo o jornal The Economist. Além disso, segundo esse mesmo jornal, é líder em pesquisas em medicina tropical, bioenergia e biologia vegetal. Programas como o de Atração de cientistas para o Brasil busca incentivar a atração de cientistas renomados de grupos de pesquisa no exterior para o Brasil, além de bolsas de pós-doutorado no Brasil.
Dados como esses são motivos de orgulho para nosso país!
Parabéns Brasil!
Quer saber mais sobre o assunto?
Acesse os links abaixo e entenda o que está sendo feito para a melhoria da ciência do nosso país!
Nature website clique aqui
The Economist website clique aqui
Atração de cientistas para o Brasil clique aqui
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
XV Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Células-tronco e Terapia Celular
O "XV Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Células-tronco e Terapia Celular" do Centro de Terapia Celular será realizado no Hemocentro de Ribeirão Preto, no período de 02 a 13 de Fevereiro de 2015.
O objetivo do curso é oferecer aos alunos universitários de diferentes cursos das áreas de Biológicas, Saúde e Engenharia Química a oportunidade de conhecer as diversas linhas de pesquisa do Centro de Terapia Celular. O curso fornecerá embasamento teórico e prático para alunos interessados em ingressar em programas de pós-graduação nas áreas abordadas pelo curso.
O curso compreende 80 horas totais, sendo 40 horas de aulas teóricas e 40 horas de aulas práticas. As aulas teóricas ocorrerão no período de 02 a 06/02/2015 e as aulas práticas ocorrerão no período de 09 a 13/02/2015 nos laboratórios da instituição.
As inscrições estarão abertas de 6 a 31 de Outubro de 2014. Não perca essa oportunidade!! FAÇA JÁ A SUA!!!
Maiores informações:
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terça-feira, 23 de setembro de 2014
Sempre atualizado! PubCrawler
O PubCrawler é um serviço de alerta totalmente gratuito que diariamente pesquisa e checa novidades no NCBI Medline (PubMed) e no GenBank e as manda no seu email. Ele ajuda a manter os cientistas sempre atualizados em suas respectivas áreas de pesquisas, sem precisar passar horas procurando o que há de novo em sua área nesses banco de dados.
Aproveitem!
Acesse agora mesmo! PubCrawler site clique aqui
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sexta-feira, 13 de junho de 2014
World cup kickoff! #Walkagain #Euvi #NicolelisISAWIT #ISAWIT!
Ontem, um homem paraplégico deu o ponta-pé inicial para a Copa do Mundo utilizando-se de um exoesqueleto controlado pela sua mente, mas pouca gente viu.#Walkagain #Euvi Miguel Nicolelis
Yesterday, a paraplegic man gave the kickoff for the 2014 World Cup using his own mind to control a robotic body, but just some people saw it!#Walkagain #NicolelisISAWIT #ISAWIT!
sábado, 8 de março de 2014
As Mulheres na Ciência mundial
Com a chegada do dia 8 de Março (Dia Internacional da Mulher), o instituto de estatística da UNESCO (UIS) lançou uma ferramenta interativa que nos permite obter dados sobre a participação das Mulheres na Ciência. Os números são alarmantes e mostram que as mulheres ainda encontram-se sub-representadas na ciência do mundo como um todo. O blog inglês Wellcome trust no dia 6 de Março de 2014 publicou um post com a convidada Amy Otchet, diretora de comunicação externa, advocacia e publicações na UNESCO (UIS), em Montreal, no Canadá, onde ela explicou parte dessa grande questão.
Somente 30% dos pesquisadores do mundo são mulheres. Apesar do crescente número de mulheres ingressantes na universidade, muitas optam por não continuar continuar suas carreiras acadêmicas ou estruturarem suas carreiras como pesquisadoras. No entanto, um olhar mais atento nos revela excessões surpreendentes. Na Bolívia, as mulheres constituem 63% dos pesquisadores, comparados com uma taxa de apenas 26% na Franca e 8% na Etiópia. No Brasil, 58% dos estudantes em nível de graduação são do sexo feminino e 52% dos doutorados são realizados por elas. Na Alemanha, mulheres que somam 48% dos graduandos, são apenas 25% dos pesquisadores.
Women in Science (As Mulhere na Ciência), essa nova ferramenta interativa que apresenta os últimos dados disponíveis para países em todos os estágios de desenvolvimento. Produzido pelo Instituto de estatística da UNESCO (UIS), essa ferramenta permite que você explore e visualize disparidades de gênero que levam a carreiras de pesquisa científica, da decisão de realizar um doutorado até áreas da ciência que as mulheres buscam e os setores em que trabalham.
Na Suécia, por exemplo, as mulheres constituem a maioria (60%) de alunos matriculados em programas de bacharelado, no entanto, esse número entra em declínio à medida que subir que continuam seus estudos, sendo 49% dos estudantes de doutorado e somente 36 % dos pesquisadores . A ferramenta revela as tendência em regiões geográficas, com destaque para o conflito da dupla jornada que muitas mulheres enfrentam quando tentam conciliar as ambições de carreira com responsabilidades familiares .
Pesquisadoras também tendem a trabalhar nos setores acadêmicos e governamentais , enquanto os homens dominam o setor privado , que oferece melhores salários e oportunidades. Este é o caso , mesmo em países com altas porcentagens de pesquisadoras . Na Argentina, por exemplo, 52% dos pesquisadores são mulheres. No entanto, elas são responsáveis por apenas 29% dos pesquisadores no setor privado .
Talvez o mais importante seja o alerta que essa ferramenta faz para a importancia do encorajamento de jovens (mulheres) para seguirem carreiras de exatas e biológicas, ainda na juventude. Em todas as regiões analizadas as mulheres continuam a ser minoria na pesquisa de áreas como as de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). Na Coréia do Sul, por exemplo, apenas 17% dos pesquisadores são mulheres e são responsaveis por 9% das pessoas que trabalham na área de engenharia e tecnologia.
Ao destacar tendências em diferentes regiões e países , esta ferramenta proporciona uma vista única sobre o Dia Internacional da Mulher ( 8 de março). Essa ferramenta é particularmente útil para aqueles interessados em uma perspectiva global sobre o hiato de gênero em pesquisa, especialmente nas áreas STEM.
As Mulheres na Ciência é uma ferramenta interativa e está disponível em Inglês, Francês e Espanhol, e pode ser facilmente utilizada. A ferramenta apresenta dados internacionalmente comparáveis produzidos pelo UIS, permitindo comparações precisas entre os países com contextos muito diferentes para a participação das mulheres na ciência. Alguns dados estão em falta devido a diferenças metodológicas ou a falta de recurso para a coleta de dados.
Reportagens como a da revista científica Nature de 29 de Janeiro de 2014, onde foi mostrada a história da mulher na cristalografia, são cada vez mais significativas e recorrentes.
Certa de 80% das mulheres vencedoras do Prêmio Nobel foram condecoradas nas categorias de Literatura, Paz ou Medicina e Fisiologia.
Visando a igualdade de gênero na ciência, o governo federal Brasileiro vem tomando atitudes como o lançamento, em 2005, do programa Mulher e Ciência, que tem como objetivos: estimular a produção científica e a reflexão acerca das relações de gênero, mulheres e feminismos no País e promover a participação das mulheres no campo das ciências e carreiras acadêmicas. Além disso, o programa Ciência Sem Fronteiras vem investindo na capacitação profissional de pesquisadores das áreas nas áreas prioritárias para o desenvolvimento (STEM), em diversos níveis de formação superior, sem discriminação de gênero.
Apesar dessa ferramenta ainda possuir poucos dados sobre o Brasil, as brasileiras e as mulheres na pesquisa mundial estão participando cada vez mais ativa e intensamente do avanço da ciência do nosso país e do mundo.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
USP e vacina contra o vírus da AIDS
Em 2013, o Instituto Butantan e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em um ousado estudo, aplicaram a primeira dose de uma vacina brasileira anti-HIV em macacos rhesus do macacário do Butantã. O estudo aplicado em quatro primatas adultos (de 2 a 7 anos) pretende encontrar uma medida segura e eficaz de imunizar o vírus HIV em seres humanos.
A primeira fase de testes foi constituída pela injeção quinzenal de três doses com fragmentos de HIV, além de uma quarta aplicação contendo um vírus chamado adenovírus 5, que causa resfriado. A vacina será aplicada em 28 macacos do Instituto Butantã caso os testes sejam bem-sucedidos. As informações são de Edecio Cunha Neto, professor da FMUSP e pesquisador do Instituto do Coração (Incor), que é um dos coordenadores do estudo, em sua reportagem ao o Instituto Butantã.

Para o primeiro semestre de 2014, os 28 macacos serão divididos em quatro grupos e aplicar duas ou três doses com substâncias virais diferentes (adenovírus 68, que causa resfriados em chimpanzés; vírus da vacina da febre amarela, além de um derivado da vacina da varíola). A equipe descarta que os animais possam ser infectados por essas doenças ou pelo HIV, pois a vacina contém apenas pequenos pedaços do vírus e ele afeta macacos.
Apenas o “primo” do HIV, o SIV (Vírus da Imunodeficiência Símia) pode infectar os primatas.
Os pesquisadores esperam que os fragmentos de HIV inseridos na vacina já sejam suficientes para o hospedeiro (macaco) combater uma eventual infecção. De acordo com Cunha Neto, será possível analisar a resposta imune da vacina um ano após a aplicação da primeira dose. O acompanhamento se estenderá por mais 12 meses para os cientistas verificarem o tempo que a imunidade se manterá. Segundo Jorge Kalil, diretor do Butantã e um dos responsáveis pela pesquisa, a fase pré-clinica de testes deve durar até 2016.
Os cientistas pretendem dar entrada nos protocolos para início dos ensaios clínicos em humanos tão logo obtenham os primeiros resultados dos testes nos 28 macacos. O trâmite prevê o envio dos documentos para Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à Comissão Nacional de Ética e Pesquisa (Conep), órgão ligado ao Ministério da Saúde
Os pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) obtiveram "excelentes" resultados nos primeiros testes de uma vacina contra o HIV. Os resultados dos estudos foram melhores que os anteriores, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo.
O programa de testes teve início no segundo semestre de 2013, com o imunizante denominado HIVBr18.
Em 2001 iniciou-se a pesquisa, quando o pesquisador Edecio Cunha Neto analisou o sangue de pessoas cujo sistema imunológico mantinha o HIV sob controle por mais tempo, retardando o adoecimento. Nestas pessoas, a quantidade de linfócitos T do tipo CD4, que é o principal alvo do vírus, estava acima do normal.
Após sintetizar substâncias para serem reconhecidas como o CD4, em 2010 foram realizados testes em camundongos, no quais a maioria dos organismos reconheceu estas substâncias.
A pesquisa, porém, enfrenta o problema de o vírus do HIV ter uma composição diferente em diversos casos, variando em grande escala em diversas regiões do mundo.
No final de 2013, os pesquisadores estimavam que a vacina não eliminaria o vírus do organismo por completo. Entretanto, ele reduziria a carga viral ao ponto de a pessoa infectada não desenvolver a Aids (imunodeficiência), e nem transmitir o vírus.
Fonte: Instituto Butanta e R7
Fonte: Instituto Butanta e R7
terça-feira, 16 de julho de 2013
Engenharia de tecidos: Como construir um coração
Milhares de pacientes precisam transplantes, pesquisadores do Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT) estao trabalhando nisso.
Maiores Informações: Nature Videos
sábado, 27 de abril de 2013
Diabetes tipo 2: Redescobrindo a betatrofina
Possível grande avanço no estudo de diabetes! Pesquisadores do Instituto de Células Tronco de Harvard descobriram um hormônio que estimula as células beta do pâncreas a produzirem insulina!
Comunicado à imprensa sobre essa descoberta. http://ow.ly/kqdkq
Fonte: Instituto de Células Tronco de Harvard.
Comunicado à imprensa sobre essa descoberta. http://ow.ly/kqdkq
Fonte: Instituto de Células Tronco de Harvard.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
CLARITY: O cérebro como você nunca viu
Cientistas descobrem uma maneira de fazer com que o cérebro todo fique transparente, para que possam ser marcadas com marcadores moleculares e fotografada usando um microscópio de luz. A técnica, chamada CLARITY permitiu que seus criadores pudessem produzir as visualizações 3D detalhados que você vê nesse vídeo. Ele trabalha em cérebros de camundongos e cérebros humanos, nesse vídeo a equipe usou essa técnica para observar o cérebro de um menino de 7 anos de idade, que tinha autismo.
Em entrevista realizada por Helen Shen com Thomas Insel, diretor do instituto Americano de Saúde Mental afirmou: "Essa provavelmente é uma dos maiores avanços na neuroanatomia das últimas décadas".
Saiba mais no site da Nature News story!
Fonte: Nature News storyArtigo original: http://dx.doi.org/10.1038/nature12107
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
‘Ciência sem Fronteiras’ – importações ainda são um impasse
Essa
iniciativa que tem merecido destaque da imprensa e apoio da presidente
Dilma foi aplaudida por todos os cientistas e por aqueles que acreditam que o
desenvolvimento de um país passa pela ciência e tecnologia. A ciência não
possui fronteiras. Ela é universal. O programa “Ciência sem Fronteiras” prevê a
ida de 100.000 estudantes brasileiros para universidades do exterior nos
próximos anos. A expectativa é que ao voltarem, eles tragam na bagagem novas
tecnologias, novas maneiras de pesquisar e impulsionar a ciência e o
estabelecimento de intercâmbio científico com laboratórios
internacionais. Do mesmo modo que a presidente Dilma afirmou recentemente que
incentivos fiscais serão dados a empresas brasileiras para gerar empregos, esse
apoio prevê a formação de jovens cientistas que possam ter impacto na ciência
brasileira.
Entretanto,
para que esse programa possa ter sucesso dois aspectos são fundamentais:
1) Deve
haver critérios científicos muito bem embasados para selecionar os estudantes,
os laboratórios que vão recebê-los no exterior e os projetos de pesquisa. A
recusa do CNPq em apoiar certos projetos ou dar bolsas a alguns
estudantes tem se baseado na opinião de pesquisadores qualificados
que analisam cuidadosamente todos esses pontos. Além disso, temos visto casos
de estudantes brasileiros radicados no exterior, que não têm nenhuma intenção
de voltar ao Brasil, mas veem nessas bolsas a possibilidade de receber um
auxílio adicional em condições muito menos competitivas que as exigidas no
primeiro mundo.
2) Ao
voltar, os estudantes precisam encontrar no Brasil laboratórios com condições
comparáveis às do exterior para desenvolver suas pesquisas. Caso contrário todo
o investimento terá sido inútil. Nesse sentido, um aspecto fundamental
refere-se à agilidade para importar insumos para pesquisas. Temos batido nessa
tecla repetidamente. Várias iniciativas positivas já foram tomadas pelos
órgãos públicos e agências de fomento, mas ainda estamos longe do ideal.
Continuamos com grandes empecilhos. Algumas medidas muito simples poderiam
fazer uma enorme diferença e o melhor de tudo, gerar uma enorme economia não só
de tempo, mas também de recursos. Poderíamos fazer muito MAIS com MENOS.
COMO DEVERIAM SER AS IMPORTAÇÕES DE
INSUMOS PARA PESQUISA CIENTÍFICA?
Quais são os entraves?
O Brasil
que destaca-se mundialmente pela eficiência em programas de votação ou
declaração de imposto de renda por meio eletrônico ainda usa papel,
carimbos e assinaturas (do pesquisador responsável e do dirigente da
instituição) para autorizar cada reagente a ser importado para projetos de
pesquisa. Isso, sem falar dos despachantes e burocracias para liberar os
produtos da alfândega. Ou das greves que paralisam tudo. Gasta-se muito mais
tempo para viabilizar uma pesquisa do que para executá-la. É dificil de
acreditar, não? Com isso insumos requeridos para experimentos científicos
inovadores – que chegam em apenas algumas horas às mãos dos pesquisadores no
primeiro mundo, permitindo que testam imediatamente suas ideias - levam
semanas e às vezes meses para chegar aos laboratórios brasileiros. Como
competir com laboratórios internacionais de ponta quando a rapidez na pesquisa
é crucial? Impossível.
Como mudar esse quadro? Qual é a
receita?
É muito simples.
1)
Todos os pesquisadores brasileiros nas universidades ou institutos de
pesquisas estão cadastrados no sistema Lattes do CNPq, uma plataforma
excelente. Basta colocar o nome e aparece a sua biografia científica e
linhas de pesquisa.
2)
Com raras exceções, os reagentes necessários para as pesquisas são
conhecidos, catalogados e já aprovados por agências reguladoras nacionais e
internacionais. Bastaria ter uma lista de todos eles em bancos de dados
acessíveis para qualquer pesquisador, via internet.
3)
As agências financiadoras ao apoiar e destinar recursos aos projetos de
pesquisas alocam um certo montante para material importado. Porque não vincular
esse valor a um cartão de crédito com o nome do pesquisador responsável
no mesmo limite aprovado para pesquisa?
Como seria na prática o programa ?
Toda vez
que um pesquisador – já cadastrado – precisasse de um reagente bastaria colocar
o nome do produto e solicitar sua importação. O programa “importe-pesquisa”
ou “ reagentes sem fronteiras” localizaria o código do material, o
fabricante e deduziria o valor do total de verbas de importação do pesquisador.
E o melhor de tudo. O produto poderia ser entregue diretamente ao pesquisador
pelo fabricante, no seu laboratório, sem ter que passar por alfândega,
despachante e outros entraves burocráticos. Do mesmo modo que se importam
livros.
Quais seriam as vantagens?
Além da
agilidade para importar material de pesquisas esse sistema poderia gerar uma
grande economia não só dispensando os agentes intermediários, mas permitindo
que se importasse somente o reagente necessário para aquele experimento, sem
necessidade de estoques, perda de material etc.. Cada pesquisador seria o
responsável pelos insumos importados.
Presidente Dilma, dê um voto de
confiança aos cientistas brasileiros
Repito
aqui um apelo que já fiz várias vêzes: presidente Dilma, dê um voto
de confiança aos pesquisadores. Tenho certeza que essas medidas, se
implementadas, serão aplaudidas por todos os cientistas brasileiros e por
aqueles que lutam por um país melhor. Elas poderão ser fundamentais para
que o programa “Ciência sem Fronteiras” alcance os objetivos desejados e
resulte em um salto qualitativo na ciência e tecnologia do Brasil.
Por
Mayana Zatz para a Revista Veja.
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