Lista
de alunos por minicurso
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Lista dos selecionados!! XV Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular
Acaba de ser divulgada a lista dos selecionados para o XV Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Oncologia, Células-tronco e Terapia Celular!! Parabéns aos selecionados!
Alunos Selecionados:
|
Fonte: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursoverao2015/selecionado.html
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
MINICURSOS - XV Curso de Verão - Genoma, Proteoma e Universo celular: Oncologia, Células-Tronco e Terapia Celular!
Conheça os MINICURSOS que acontecerão durante o XV Curso de Verão - Genoma, Proteoma e Universo celular: Oncologia, Células-Tronco e Terapia Celular!
Grupo A: Células-tronco pluripotentes
Grupo B: Tecnologias de cultivo de células animais
Grupo C: Abordagem Molecular em escala genômica aplicada ao estudo do Cancêr
Grupo D: Ferramentas laboratoriais para diagnóstico de neoplasias hematológicas
Grupo E: Introdução à espectrometria de massas e aplicações em oncologia, células-tronco e terapia celular
Ficou interessado? Entre no site do evento e saiba mais!
Site do Evento: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursoverao2015/mini.html
Grupo A: Células-tronco pluripotentes
Grupo B: Tecnologias de cultivo de células animais
Grupo C: Abordagem Molecular em escala genômica aplicada ao estudo do Cancêr
Grupo D: Ferramentas laboratoriais para diagnóstico de neoplasias hematológicas
Grupo E: Introdução à espectrometria de massas e aplicações em oncologia, células-tronco e terapia celular
Ficou interessado? Entre no site do evento e saiba mais!
Site do Evento: http://www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursoverao2015/mini.html
domingo, 19 de outubro de 2014
24º PROGRAMA BOLSAS DE VERÃO CNPEM
24º PROGRAMA BOLSAS DE VERÃO CNPEM
A T E N Ç Ã O
As inscrições são feitas somente pelo Blog, com a documentação exigida. O Formulário para Inscrição será retirado do Blog às 24 horas (meia-noite), horário de Brasília, dia 20 de outubro de 2014.
Veja no menu o tópico INSCRIÇÕES DE CANDIDATOS. OS ARQUIVOS devem ser somente em extensão PDF e não podem superar, no total, 9MB.
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) realizará o 24º Programa Bolsas de Verão, destinado exclusivamente a estudantes de cursos de graduação universitária da América Latina e Caribe. Em Campinas, São Paulo, o CNPEM reúne uma inigualável infraestrutura de pesquisa e tecnologia para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), utilizada por cientistas do Brasil e do Exterior.
São candidatos potenciais ao Programa estudantes com bom nível de desempenho acadêmico em cursos universitários de Licenciatura, Bacharelado e Tecnologia, enquadrados em Ciências da Vida e Ciências Exatas. No ato da inscrição o candidato deverá estar cursando, no mínimo, o quarto semestre do curso. A documentação necessária para fazer a inscrição e os requisitos exigidos aos candidatos estão em Quem pode se inscrever, nesse blog.
Durante o período do Programa (janeiro e fevereiro de 2015) cada estudante selecionado ficará integralmente dedicado a um projeto científico ou tecnológico, sob orientação de pesquisadores dos Laboratórios Nacionais do CNPEM. São eles, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), oLaboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), o Laboratório Nacional de Nanotecnologia(LNNano).
O Cronograma do 24º Programa Bolsas de Verão do CNPEM está em Datas Importantes, nesse Blog.
Para saber o que o CNPEM oferece aos estudantes selecionados para participar do Programa veja Benefícios oferecidos aos Bolsistas.
A T E N Ç Ã O
As inscrições são feitas somente pelo Blog, com a documentação exigida. O Formulário para Inscrição será retirado do Blog às 24 horas (meia-noite), horário de Brasília, dia 20 de outubro de 2014.
Veja no menu o tópico INSCRIÇÕES DE CANDIDATOS. OS ARQUIVOS devem ser somente em extensão PDF e não podem superar, no total, 9MB.
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) realizará o 24º Programa Bolsas de Verão, destinado exclusivamente a estudantes de cursos de graduação universitária da América Latina e Caribe. Em Campinas, São Paulo, o CNPEM reúne uma inigualável infraestrutura de pesquisa e tecnologia para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), utilizada por cientistas do Brasil e do Exterior.
São candidatos potenciais ao Programa estudantes com bom nível de desempenho acadêmico em cursos universitários de Licenciatura, Bacharelado e Tecnologia, enquadrados em Ciências da Vida e Ciências Exatas. No ato da inscrição o candidato deverá estar cursando, no mínimo, o quarto semestre do curso. A documentação necessária para fazer a inscrição e os requisitos exigidos aos candidatos estão em Quem pode se inscrever, nesse blog.
Durante o período do Programa (janeiro e fevereiro de 2015) cada estudante selecionado ficará integralmente dedicado a um projeto científico ou tecnológico, sob orientação de pesquisadores dos Laboratórios Nacionais do CNPEM. São eles, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), oLaboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), o Laboratório Nacional de Nanotecnologia(LNNano).
O Cronograma do 24º Programa Bolsas de Verão do CNPEM está em Datas Importantes, nesse Blog.
Para saber o que o CNPEM oferece aos estudantes selecionados para participar do Programa veja Benefícios oferecidos aos Bolsistas.
Recorde nacional de investimento na ciência brasileira!
Nunca no Brasil se investiu tanto em Ciência. Os dados da revista científica Nature, mostram que os valores investidos em ciência de 2002 a 2012.
2002: R$ 1.3 bilhões(1)
2010: R$ 7.5 bilhões (1)
Se normalizarmos esses dados considerando a variação ao PIB do Brasil em cada ano respectivamente, isso representa que houve houve um crescimento de 200% em 2010 e 280% em 2012 quando comparado em 2002.
Isso vem sendo motivo para a crescente atração de cientistas do mundo todo para o nosso país segundo o jornal The Economist. Além disso, segundo esse mesmo jornal, é líder em pesquisas em medicina tropical, bioenergia e biologia vegetal. Programas como o de Atração de cientistas para o Brasil busca incentivar a atração de cientistas renomados de grupos de pesquisa no exterior para o Brasil, além de bolsas de pós-doutorado no Brasil.
Dados como esses são motivos de orgulho para nosso país!
Parabéns Brasil!
Quer saber mais sobre o assunto?
Acesse os links abaixo e entenda o que está sendo feito para a melhoria da ciência do nosso país!
Nature website clique aqui
The Economist website clique aqui
Atração de cientistas para o Brasil clique aqui
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
XV Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Células-tronco e Terapia Celular
O "XV Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular: Células-tronco e Terapia Celular" do Centro de Terapia Celular será realizado no Hemocentro de Ribeirão Preto, no período de 02 a 13 de Fevereiro de 2015.
O objetivo do curso é oferecer aos alunos universitários de diferentes cursos das áreas de Biológicas, Saúde e Engenharia Química a oportunidade de conhecer as diversas linhas de pesquisa do Centro de Terapia Celular. O curso fornecerá embasamento teórico e prático para alunos interessados em ingressar em programas de pós-graduação nas áreas abordadas pelo curso.
O curso compreende 80 horas totais, sendo 40 horas de aulas teóricas e 40 horas de aulas práticas. As aulas teóricas ocorrerão no período de 02 a 06/02/2015 e as aulas práticas ocorrerão no período de 09 a 13/02/2015 nos laboratórios da instituição.
As inscrições estarão abertas de 6 a 31 de Outubro de 2014. Não perca essa oportunidade!! FAÇA JÁ A SUA!!!
Maiores informações:
http://
Curta a nossa fanpage:
http://www.facebook.com/
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Sempre atualizado! PubCrawler
O PubCrawler é um serviço de alerta totalmente gratuito que diariamente pesquisa e checa novidades no NCBI Medline (PubMed) e no GenBank e as manda no seu email. Ele ajuda a manter os cientistas sempre atualizados em suas respectivas áreas de pesquisas, sem precisar passar horas procurando o que há de novo em sua área nesses banco de dados.
Aproveitem!
Acesse agora mesmo! PubCrawler site clique aqui
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sexta-feira, 13 de junho de 2014
World cup kickoff! #Walkagain #Euvi #NicolelisISAWIT #ISAWIT!
Ontem, um homem paraplégico deu o ponta-pé inicial para a Copa do Mundo utilizando-se de um exoesqueleto controlado pela sua mente, mas pouca gente viu.#Walkagain #Euvi Miguel Nicolelis
Yesterday, a paraplegic man gave the kickoff for the 2014 World Cup using his own mind to control a robotic body, but just some people saw it!#Walkagain #NicolelisISAWIT #ISAWIT!
sábado, 8 de março de 2014
As Mulheres na Ciência mundial
Com a chegada do dia 8 de Março (Dia Internacional da Mulher), o instituto de estatística da UNESCO (UIS) lançou uma ferramenta interativa que nos permite obter dados sobre a participação das Mulheres na Ciência. Os números são alarmantes e mostram que as mulheres ainda encontram-se sub-representadas na ciência do mundo como um todo. O blog inglês Wellcome trust no dia 6 de Março de 2014 publicou um post com a convidada Amy Otchet, diretora de comunicação externa, advocacia e publicações na UNESCO (UIS), em Montreal, no Canadá, onde ela explicou parte dessa grande questão.
Somente 30% dos pesquisadores do mundo são mulheres. Apesar do crescente número de mulheres ingressantes na universidade, muitas optam por não continuar continuar suas carreiras acadêmicas ou estruturarem suas carreiras como pesquisadoras. No entanto, um olhar mais atento nos revela excessões surpreendentes. Na Bolívia, as mulheres constituem 63% dos pesquisadores, comparados com uma taxa de apenas 26% na Franca e 8% na Etiópia. No Brasil, 58% dos estudantes em nível de graduação são do sexo feminino e 52% dos doutorados são realizados por elas. Na Alemanha, mulheres que somam 48% dos graduandos, são apenas 25% dos pesquisadores.
Women in Science (As Mulhere na Ciência), essa nova ferramenta interativa que apresenta os últimos dados disponíveis para países em todos os estágios de desenvolvimento. Produzido pelo Instituto de estatística da UNESCO (UIS), essa ferramenta permite que você explore e visualize disparidades de gênero que levam a carreiras de pesquisa científica, da decisão de realizar um doutorado até áreas da ciência que as mulheres buscam e os setores em que trabalham.
Na Suécia, por exemplo, as mulheres constituem a maioria (60%) de alunos matriculados em programas de bacharelado, no entanto, esse número entra em declínio à medida que subir que continuam seus estudos, sendo 49% dos estudantes de doutorado e somente 36 % dos pesquisadores . A ferramenta revela as tendência em regiões geográficas, com destaque para o conflito da dupla jornada que muitas mulheres enfrentam quando tentam conciliar as ambições de carreira com responsabilidades familiares .
Pesquisadoras também tendem a trabalhar nos setores acadêmicos e governamentais , enquanto os homens dominam o setor privado , que oferece melhores salários e oportunidades. Este é o caso , mesmo em países com altas porcentagens de pesquisadoras . Na Argentina, por exemplo, 52% dos pesquisadores são mulheres. No entanto, elas são responsáveis por apenas 29% dos pesquisadores no setor privado .
Talvez o mais importante seja o alerta que essa ferramenta faz para a importancia do encorajamento de jovens (mulheres) para seguirem carreiras de exatas e biológicas, ainda na juventude. Em todas as regiões analizadas as mulheres continuam a ser minoria na pesquisa de áreas como as de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). Na Coréia do Sul, por exemplo, apenas 17% dos pesquisadores são mulheres e são responsaveis por 9% das pessoas que trabalham na área de engenharia e tecnologia.
Ao destacar tendências em diferentes regiões e países , esta ferramenta proporciona uma vista única sobre o Dia Internacional da Mulher ( 8 de março). Essa ferramenta é particularmente útil para aqueles interessados em uma perspectiva global sobre o hiato de gênero em pesquisa, especialmente nas áreas STEM.
As Mulheres na Ciência é uma ferramenta interativa e está disponível em Inglês, Francês e Espanhol, e pode ser facilmente utilizada. A ferramenta apresenta dados internacionalmente comparáveis produzidos pelo UIS, permitindo comparações precisas entre os países com contextos muito diferentes para a participação das mulheres na ciência. Alguns dados estão em falta devido a diferenças metodológicas ou a falta de recurso para a coleta de dados.
Reportagens como a da revista científica Nature de 29 de Janeiro de 2014, onde foi mostrada a história da mulher na cristalografia, são cada vez mais significativas e recorrentes.
Certa de 80% das mulheres vencedoras do Prêmio Nobel foram condecoradas nas categorias de Literatura, Paz ou Medicina e Fisiologia.
Visando a igualdade de gênero na ciência, o governo federal Brasileiro vem tomando atitudes como o lançamento, em 2005, do programa Mulher e Ciência, que tem como objetivos: estimular a produção científica e a reflexão acerca das relações de gênero, mulheres e feminismos no País e promover a participação das mulheres no campo das ciências e carreiras acadêmicas. Além disso, o programa Ciência Sem Fronteiras vem investindo na capacitação profissional de pesquisadores das áreas nas áreas prioritárias para o desenvolvimento (STEM), em diversos níveis de formação superior, sem discriminação de gênero.
Apesar dessa ferramenta ainda possuir poucos dados sobre o Brasil, as brasileiras e as mulheres na pesquisa mundial estão participando cada vez mais ativa e intensamente do avanço da ciência do nosso país e do mundo.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
USP e vacina contra o vírus da AIDS
Em 2013, o Instituto Butantan e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em um ousado estudo, aplicaram a primeira dose de uma vacina brasileira anti-HIV em macacos rhesus do macacário do Butantã. O estudo aplicado em quatro primatas adultos (de 2 a 7 anos) pretende encontrar uma medida segura e eficaz de imunizar o vírus HIV em seres humanos.
A primeira fase de testes foi constituída pela injeção quinzenal de três doses com fragmentos de HIV, além de uma quarta aplicação contendo um vírus chamado adenovírus 5, que causa resfriado. A vacina será aplicada em 28 macacos do Instituto Butantã caso os testes sejam bem-sucedidos. As informações são de Edecio Cunha Neto, professor da FMUSP e pesquisador do Instituto do Coração (Incor), que é um dos coordenadores do estudo, em sua reportagem ao o Instituto Butantã.

Para o primeiro semestre de 2014, os 28 macacos serão divididos em quatro grupos e aplicar duas ou três doses com substâncias virais diferentes (adenovírus 68, que causa resfriados em chimpanzés; vírus da vacina da febre amarela, além de um derivado da vacina da varíola). A equipe descarta que os animais possam ser infectados por essas doenças ou pelo HIV, pois a vacina contém apenas pequenos pedaços do vírus e ele afeta macacos.
Apenas o “primo” do HIV, o SIV (Vírus da Imunodeficiência Símia) pode infectar os primatas.
Os pesquisadores esperam que os fragmentos de HIV inseridos na vacina já sejam suficientes para o hospedeiro (macaco) combater uma eventual infecção. De acordo com Cunha Neto, será possível analisar a resposta imune da vacina um ano após a aplicação da primeira dose. O acompanhamento se estenderá por mais 12 meses para os cientistas verificarem o tempo que a imunidade se manterá. Segundo Jorge Kalil, diretor do Butantã e um dos responsáveis pela pesquisa, a fase pré-clinica de testes deve durar até 2016.
Os cientistas pretendem dar entrada nos protocolos para início dos ensaios clínicos em humanos tão logo obtenham os primeiros resultados dos testes nos 28 macacos. O trâmite prevê o envio dos documentos para Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à Comissão Nacional de Ética e Pesquisa (Conep), órgão ligado ao Ministério da Saúde
Os pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) obtiveram "excelentes" resultados nos primeiros testes de uma vacina contra o HIV. Os resultados dos estudos foram melhores que os anteriores, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo.
O programa de testes teve início no segundo semestre de 2013, com o imunizante denominado HIVBr18.
Em 2001 iniciou-se a pesquisa, quando o pesquisador Edecio Cunha Neto analisou o sangue de pessoas cujo sistema imunológico mantinha o HIV sob controle por mais tempo, retardando o adoecimento. Nestas pessoas, a quantidade de linfócitos T do tipo CD4, que é o principal alvo do vírus, estava acima do normal.
Após sintetizar substâncias para serem reconhecidas como o CD4, em 2010 foram realizados testes em camundongos, no quais a maioria dos organismos reconheceu estas substâncias.
A pesquisa, porém, enfrenta o problema de o vírus do HIV ter uma composição diferente em diversos casos, variando em grande escala em diversas regiões do mundo.
No final de 2013, os pesquisadores estimavam que a vacina não eliminaria o vírus do organismo por completo. Entretanto, ele reduziria a carga viral ao ponto de a pessoa infectada não desenvolver a Aids (imunodeficiência), e nem transmitir o vírus.
Fonte: Instituto Butanta e R7
Fonte: Instituto Butanta e R7
terça-feira, 16 de julho de 2013
Engenharia de tecidos: Como construir um coração
Milhares de pacientes precisam transplantes, pesquisadores do Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT) estao trabalhando nisso.
Maiores Informações: Nature Videos
sábado, 27 de abril de 2013
Diabetes tipo 2: Redescobrindo a betatrofina
Possível grande avanço no estudo de diabetes! Pesquisadores do Instituto de Células Tronco de Harvard descobriram um hormônio que estimula as células beta do pâncreas a produzirem insulina!
Comunicado à imprensa sobre essa descoberta. http://ow.ly/kqdkq
Fonte: Instituto de Células Tronco de Harvard.
Comunicado à imprensa sobre essa descoberta. http://ow.ly/kqdkq
Fonte: Instituto de Células Tronco de Harvard.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
CLARITY: O cérebro como você nunca viu
Cientistas descobrem uma maneira de fazer com que o cérebro todo fique transparente, para que possam ser marcadas com marcadores moleculares e fotografada usando um microscópio de luz. A técnica, chamada CLARITY permitiu que seus criadores pudessem produzir as visualizações 3D detalhados que você vê nesse vídeo. Ele trabalha em cérebros de camundongos e cérebros humanos, nesse vídeo a equipe usou essa técnica para observar o cérebro de um menino de 7 anos de idade, que tinha autismo.
Em entrevista realizada por Helen Shen com Thomas Insel, diretor do instituto Americano de Saúde Mental afirmou: "Essa provavelmente é uma dos maiores avanços na neuroanatomia das últimas décadas".
Saiba mais no site da Nature News story!
Fonte: Nature News storyArtigo original: http://dx.doi.org/10.1038/nature12107
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
‘Ciência sem Fronteiras’ – importações ainda são um impasse
Essa
iniciativa que tem merecido destaque da imprensa e apoio da presidente
Dilma foi aplaudida por todos os cientistas e por aqueles que acreditam que o
desenvolvimento de um país passa pela ciência e tecnologia. A ciência não
possui fronteiras. Ela é universal. O programa “Ciência sem Fronteiras” prevê a
ida de 100.000 estudantes brasileiros para universidades do exterior nos
próximos anos. A expectativa é que ao voltarem, eles tragam na bagagem novas
tecnologias, novas maneiras de pesquisar e impulsionar a ciência e o
estabelecimento de intercâmbio científico com laboratórios
internacionais. Do mesmo modo que a presidente Dilma afirmou recentemente que
incentivos fiscais serão dados a empresas brasileiras para gerar empregos, esse
apoio prevê a formação de jovens cientistas que possam ter impacto na ciência
brasileira.
Entretanto,
para que esse programa possa ter sucesso dois aspectos são fundamentais:
1) Deve
haver critérios científicos muito bem embasados para selecionar os estudantes,
os laboratórios que vão recebê-los no exterior e os projetos de pesquisa. A
recusa do CNPq em apoiar certos projetos ou dar bolsas a alguns
estudantes tem se baseado na opinião de pesquisadores qualificados
que analisam cuidadosamente todos esses pontos. Além disso, temos visto casos
de estudantes brasileiros radicados no exterior, que não têm nenhuma intenção
de voltar ao Brasil, mas veem nessas bolsas a possibilidade de receber um
auxílio adicional em condições muito menos competitivas que as exigidas no
primeiro mundo.
2) Ao
voltar, os estudantes precisam encontrar no Brasil laboratórios com condições
comparáveis às do exterior para desenvolver suas pesquisas. Caso contrário todo
o investimento terá sido inútil. Nesse sentido, um aspecto fundamental
refere-se à agilidade para importar insumos para pesquisas. Temos batido nessa
tecla repetidamente. Várias iniciativas positivas já foram tomadas pelos
órgãos públicos e agências de fomento, mas ainda estamos longe do ideal.
Continuamos com grandes empecilhos. Algumas medidas muito simples poderiam
fazer uma enorme diferença e o melhor de tudo, gerar uma enorme economia não só
de tempo, mas também de recursos. Poderíamos fazer muito MAIS com MENOS.
COMO DEVERIAM SER AS IMPORTAÇÕES DE
INSUMOS PARA PESQUISA CIENTÍFICA?
Quais são os entraves?
O Brasil
que destaca-se mundialmente pela eficiência em programas de votação ou
declaração de imposto de renda por meio eletrônico ainda usa papel,
carimbos e assinaturas (do pesquisador responsável e do dirigente da
instituição) para autorizar cada reagente a ser importado para projetos de
pesquisa. Isso, sem falar dos despachantes e burocracias para liberar os
produtos da alfândega. Ou das greves que paralisam tudo. Gasta-se muito mais
tempo para viabilizar uma pesquisa do que para executá-la. É dificil de
acreditar, não? Com isso insumos requeridos para experimentos científicos
inovadores – que chegam em apenas algumas horas às mãos dos pesquisadores no
primeiro mundo, permitindo que testam imediatamente suas ideias - levam
semanas e às vezes meses para chegar aos laboratórios brasileiros. Como
competir com laboratórios internacionais de ponta quando a rapidez na pesquisa
é crucial? Impossível.
Como mudar esse quadro? Qual é a
receita?
É muito simples.
1)
Todos os pesquisadores brasileiros nas universidades ou institutos de
pesquisas estão cadastrados no sistema Lattes do CNPq, uma plataforma
excelente. Basta colocar o nome e aparece a sua biografia científica e
linhas de pesquisa.
2)
Com raras exceções, os reagentes necessários para as pesquisas são
conhecidos, catalogados e já aprovados por agências reguladoras nacionais e
internacionais. Bastaria ter uma lista de todos eles em bancos de dados
acessíveis para qualquer pesquisador, via internet.
3)
As agências financiadoras ao apoiar e destinar recursos aos projetos de
pesquisas alocam um certo montante para material importado. Porque não vincular
esse valor a um cartão de crédito com o nome do pesquisador responsável
no mesmo limite aprovado para pesquisa?
Como seria na prática o programa ?
Toda vez
que um pesquisador – já cadastrado – precisasse de um reagente bastaria colocar
o nome do produto e solicitar sua importação. O programa “importe-pesquisa”
ou “ reagentes sem fronteiras” localizaria o código do material, o
fabricante e deduziria o valor do total de verbas de importação do pesquisador.
E o melhor de tudo. O produto poderia ser entregue diretamente ao pesquisador
pelo fabricante, no seu laboratório, sem ter que passar por alfândega,
despachante e outros entraves burocráticos. Do mesmo modo que se importam
livros.
Quais seriam as vantagens?
Além da
agilidade para importar material de pesquisas esse sistema poderia gerar uma
grande economia não só dispensando os agentes intermediários, mas permitindo
que se importasse somente o reagente necessário para aquele experimento, sem
necessidade de estoques, perda de material etc.. Cada pesquisador seria o
responsável pelos insumos importados.
Presidente Dilma, dê um voto de
confiança aos cientistas brasileiros
Repito
aqui um apelo que já fiz várias vêzes: presidente Dilma, dê um voto
de confiança aos pesquisadores. Tenho certeza que essas medidas, se
implementadas, serão aplaudidas por todos os cientistas brasileiros e por
aqueles que lutam por um país melhor. Elas poderão ser fundamentais para
que o programa “Ciência sem Fronteiras” alcance os objetivos desejados e
resulte em um salto qualitativo na ciência e tecnologia do Brasil.
Por
Mayana Zatz para a Revista Veja.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Estudantes de graduação em Biotecnologia da UFSCar destacam-se no programa Ciência sem Fronteiras
Os estudantes do curso de graduação em Biotecnologia do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da UFSCar, criado em 2009 no âmbito do Reuni, estão obtendo destaque no pleito de bolsas de Graduação Sanduíche pelo programa Ciência sem Fronteiras. Ao todo, 10 estudantes do curso já foram aprovados pelas universidades estrangeiras que os receberão através do Programa e 8 estão na fase final do processo de seleção, aguardando somente as cartas de aceite das universidades no exterior. Há também três estudantes que participaram de um programa de estágio no Canadá durante dois meses e retornam ao Brasil nos próximos dias. Vale lembrar que esse número pode aumentar, uma vez que estão abertos outros editais de seleção no Ciência sem Fronteiras, com participação de estudantes do curso de Biotecnologia.
O curso de graduação em Biotecnologia vinculado ao CCBS, que anualmente oferece 40 vagas para novos estudantes, formará sua primeira turma no final deste ano. Alexander Rodrigo Ferreira, aluno dessa primeira turma, estudará pelos próximos 14 meses na State University of New York, nos Estados Unidos. Para o jovem, esta é uma oportunidade ímpar de conhecer diferentes maneiras de lidar com as ciências e, também, de contribuir para o avanço da pesquisa científica no Brasil “Fazer uma parte da minha graduação no exterior me dará a possibilidade de entrar em contato com novas tecnologias, novas formas de pensar, e de me formar um profissional com uma vivência diferenciada. Espero utilizar essa experiência para contribuir com a pesquisa nos laboratórios da Universidade, e com a região de São Carlos também. Vou conhecer como a ciência é feita no exterior e pensar formas de aplicá-la no meu país”, avalia Ferreira.
O coordenador do curso, Iran Malavazi, docente do Departamento de Genética e Evolução, avalia que o reconhecimento internacional dos estudantes é um indicador do sucesso do curso, que propõe um modelo ousado de multidisciplinaridade. “O curso possui disciplinas em várias áreas, abrangendo fundamentalmente os conteúdos das áreas de Exatas e Biológicas. Os nossos estudantes escolhem onde querem se inserir, e essa abrangência nos dá grandes possibilidades de inserção. Estamos formando profissionais com alta competitividade no âmbito nacional, e a formação da primeira turma, no final deste ano, consolida a concepção do curso e nos mostra que estamos no caminho certo. O Ciência sem Fronteiras é um programa competitivo, que busca selecionar os melhores estudantes do País para estudarem nas melhores universidades do mundo, e termos um índice de aprovação tão alto entre os nossos alunos é com certeza um termômetro do nosso sucesso.”
Para obter mais informações sobre editais e os processos de seleção do Ciência sem Fronteiras, visite a página da Secretaria de Relações Internacionais da UFSCar, em www.srinter.ufscar.br.
Fonte: Blog da Reitoria UFSCar
Além disso, visando fortalecer a integração entre os estudantes de Biotecnologia que estão indo para o exterior pelo Ciência Sem Fronteiras ou por outros programas, foi criado a grupo no Facebook “Biotechnology without Borders”. Isso nos dá uma motivação nova a cada dia e nos faz ficarmos gratos em estar participando do avanço da Biotecnologia e da Ciência de nosso país.
Fique ligado às novidades do Blog da Biotecnologia pois não ficaremos fora dessa e acompanharemos de perto como é essa experiência internacional ainda dentro da graduação.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
MANIFESTO DA SBG SOBRE CIÊNCIA E CRIACIONISMO
A Sociedade Brasileira de
Genética (SBG) vem a público comunicar que não existe qualquer
respaldo científico para ideias criacionistas que vêm sendo divulgadas em
escolas, universidades e meios de comunicação. O objetivo deste comunicado é
esclarecer a sociedade brasileira e evitar prejuízos no médio e longo prazo ao
ensino científico e à formação dos jovens no país.
A Ciência
contemporânea é a principal responsável por todo o desenvolvimento tecnológico
e grande parte da revolução cultural que vive a sociedade mundial. A Biologia
do século XXI começou a se fundamentar como uma Ciência experimental bem estabelecida
com a publicação das primeiras ideias sobre Evolução Biológica por Charles
Darwin e Alfred Wallace, em meados do século XIX. Esta Teoria científica
unifica todo o conhecimento biológico atual em suas várias disciplinas das
áreas da saúde, ambiente, biotecnologia, etc. Além disso, a Teoria Evolutiva
explica, com muitas evidências e dados experimentais, a origem e riqueza da
biodiversidade, incluindo as espécies existentes e extintas, de nosso planeta.
Como as
Teorias de outras áreas da Ciência, como Física (Gravitação, Relatividade, etc)
e Química (Modelo Atômico, Princípio da Incerteza, etc), a Evolução Biológica
está fundamentada no método científico, investigando fenômenos que podem ser
medidos e testados experimentalmente. O processo científico é contínuo,
incorporando constantemente as novas descobertas e aprofundando o conhecimento
humano sobre os seres vivos, a Terra e o Universo. É isso que temos visto
acontecer com o estudo da Evolução Biológica nos últimos 150 anos, período no
qual uma enorme quantidade de dados confirmou e aprimorou a proposta original
de Darwin e Wallace. No entanto, as perguntas e as causas sobrenaturais
não fazem parte do questionamento hipotético e nem das explicações em todas as
Ciências experimentais modernas. Por exemplo, a pergunta “Deus existe?” pode
ser discutida por filósofos e cientistas (como pessoas com diferentes crenças,
opiniões e ideologias), mas não pode ser abordada e respondida pela Ciência.
Frequentemente são divulgados fenômenos que não podem ser explicados por
uma Ciência devido a limitações do conhecimento no século XXI, tal como a
gravidade no nível atômico, algumas propriedades da molécula da água ou a
evolução das primeiras formas de vida há mais de 3,5 bilhões de anos. Para temas
como estes, algumas pessoas argumentam com variantes de uma clássica falácia:
“se a Ciência não explica, é porque a causa é sobrenatural”. Este argumento é
utilizado por inúmeros criacionistas, incluindo os adeptos da Terra Nova, da
Terra Antiga e da crença do Design Inteligente. Curiosamente, algumas dessas
versões criacionistas se apresentam ao grande público como produto de “estudos
científicos avançados”, como se fossem parte da atividade discutida em
congressos científicos em diversos países, no Brasil inclusive. Nessas versões,
a Teoria Evolutiva é deturpada, como se pouco ou nenhum trabalho científico
tivesse sido efetuado desde sua proposta há mais de 150 anos, demonstrando um
total desconhecimento dos milhares de resultados e evidências que consolidam
essa Teoria. Alguns raros criacionistas são cientistas produtivos em suas áreas
específicas de atuação, que não envolvem pesquisas na área da Evolução
Biológica. Mas quando abordam o criacionismo, falam de sua crença particular e
não das pesquisas que estudam e publicam. Como perguntas e explicações
criacionistas não podem ser testadas pelo método científico, estes
pesquisadores estão apenas emitindo uma opinião pessoal e subjetiva, motivada
geralmente por uma crença religiosa.
Com o
objetivo de informar à sociedade, inúmeros cientistas, filósofos e educadores
da área biológica têm apresentado várias críticas substantivas às diferentes
versões criacionistas, demonstrando seus alicerces na crença e não no
questionamento científico, erros elementares e significativas falhas
conceituais em sua formulação, a falta de evidências, assim como deturpações
dos fatos e métodos científicos. Essas críticas têm sido divulgadas no Brasil e
em vários países, sendo que algumas podem ser lidas nos sites da internet
indicados abaixo. Reconhecendo que a divulgação destas ideias criacionistas
representa uma deterioração na qualidade do ensino de Ciências, a Sociedade
Brasileira de Genética (SBG) vem aqui ratificar que a Evolução Biológica por
Seleção Natural é imensamente respaldada pelas evidências e experimentações nas
áreas de Genética, Biologia Celular, Bioquímica, Genômica, etc. Além disto,
reiteramos que, como qualquer outra Teoria científica, a Evolução Biológica tem
sido remodelada com a incorporação de várias novas evidências (incluindo da
área de Genética), tornando suas hipóteses e explicações mais complexas e
robustas a cada ano, desde a primeira publicação de Charles Darwin em 1859.
Esta
manifestação da SBG visa comunicar de forma muito clara à Sociedade Brasileira
que não existe qualquer respaldo científico para ideias criacionistas
(incluindo o Design Inteligente) que têm sido divulgadas em algumas escolas,
universidades e meios de comunicação. Entendemos que explicações baseadas na fé
e crença religiosa, e no sobrenatural podem ser interessantes e reconfortantes
para muitas pessoas, mas não fazem parte do conteúdo da pesquisa ou de
disciplinas científicas nas áreas de Biologia, Química, Física etc. Ao lado do
respeito à liberdade de crença religiosa, deve ser também observado o respeito
à Ciência que tem enfrentado todo tipo de obscurantismo político e religioso,
de modo similar às situações vividas por Galileu Galilei e o próprio Charles
Darwin. Mesmo com toda a limitação do método científico e dos recursos
tecnológicos em cada época, a Ciência alargou o conhecimento humano e o
entendimento científico dos mais diversos fenômenos. A SBG reitera os
princípios que vem defendendo ao longo de seus 58 anos de existência e reafirma
que o ensino da Ciência, em todos os níveis, deve se dedicar à sua finalidade
precípua, em respeito ao ditame constitucional da qualidade da educação, sem
deixar-se perverter pela pseudociência e pelo obscurantismo político ou
religioso.
Alguns criacionistas também utilizam o argumento de
que a Ciência brasileira é retrógrada (ou “tupiniquim”, como a chamam),
afirmando que o criacionismo é “aceito” no exterior, mas a Ciência é unânime em
todos os países sobre este assunto, o que pode ser verificado no final deste
documento em vários textos parecidos com este, sancionados por organizações
científicas e educacionais de várias partes do mundo.
Concluímos que, embora o criacionismo possa ser abordado como explicações não
científicas em disciplinas de religião e de teologia, estas versões
criacionistas não podem fazer parte do conteúdo ministrado por disciplinas
científicas. Entendemos que o ensino científico de boa qualidade no Brasil e em
outros países depende da compreensão da metodologia científica, de suas potencialidades
e de suas limitações, além da discussão de evidências e dados experimentais. No
entanto, interpretações e ideias pseudocientíficas (criacionismo, astrologia
etc) prejudicam seriamente o Ensino Científico de qualidade e o desenvolvimento
do país.
Documentos
oficiais divulgados por organizações científicas e educativas
Resolução da Associação Americana para o Avanço das Ciências (AAAS -
EUA)
www.aaas.org/news/releases/2002/1106id2.shtml
www.aaas.org/news/releases/2002/1106id2.shtml
Texto oficial da National Academies dos EUA que congrega a
Academia Nacional de Ciências (NAS), Academia Nacional dos Engenheiros,
Instituto de Medicina e Conselho Nacional de Pesquisas
http://nationalacademies.org/evolution/IntelligentDesign.html
http://nationalacademies.org/evolution/IntelligentDesign.html
Centro Nacional para Educação Científica (NCSE - EUA)
http://ncse.com/creationism
http://ncse.com/creationism
Academia Australiana de Ciências (Austrália)
http://www.science.org.au/policy/creation.html
http://www.science.org.au/policy/creation.html
Conselho de Ciências do Reino Unido
http://www.sciencecouncil.org/content/scientific-opinion-creationism-and-intelligent-design
http://www.sciencecouncil.org/content/scientific-opinion-creationism-and-intelligent-design
Centro Britânico para Educação Científica (Reino Unido) – destacando a
estratégia criacionista na imprensa e escolas, tentando deturpar o ensino
científico
http://www.bcseweb.org.uk
http://www.bcseweb.org.uk
Sociedade Internacional sobre Ciência e Religião (Reino Unido)
http://www.issr.org.uk/issr-statements/the-concept-of-intelligent-design
http://www.issr.org.uk/issr-statements/the-concept-of-intelligent-design
Ensinando Ciência – artigo da UNESCO sobre importância dos princípios e
conceitos científicos na educação
http://www.ibe.unesco.org/fileadmin/user_upload/Publications/Educational_Practices/EdPractices_17po.pdf
http://www.ibe.unesco.org/fileadmin/user_upload/Publications/Educational_Practices/EdPractices_17po.pdf
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