quinta-feira, 31 de maio de 2012

Rever a lei de patentes é o principal desafio para o desenvolvimento da biotecnologia brasileira


O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, afirmou nesta quarta-feira, 30, que a aproximação entre a academia e empresa fortalece áreas nas quais o país ainda precisa ser mais expressivo, como a de patentes.
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Objetivo do evento é alinhar atuação da academia às demandas das empresas (Foto: Edson Morais - ACS/Capes)

"É preciso rever a lei de patentes no sentido de torná-la facilitadora, sobretudo para a área de biotecnologia, umas das áreas com o maior potencial de desenvolvimento de patentes. Com essa parceria, a possibilidade de conseguirmos mudanças é bem maior" explicou. O presidente participou da abertura do simpósio entre coordenadores de programas de pós-graduação da área de biotecnologia e empresários da bioindústria. "Mais que falar, nós da academia devemos ouvir a indústria e as demandas que ela tem a nos fazer", finalizou.
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Simpósio reuniu coordenadores de PPGs da área de Biotecnologia e empresários da bioindústria (Foto: Guilherme Feijó - ACS/Capes)

O evento segue até esta quinta-feira,31, no edifício-sede da Capes e tem o objetivo de incentivar a parceria academia-empresa.

Por meio da palestra "Panorama dos Programas de Pós-Graduação da área de Biotecnologia", a coordenadora da Área de Biotecnologia da Capes para o triênio 2011-2013, Maria Fátima Grossi de Sá, ressaltou o crescimento da área desde a sua criação e a demanda ainda existente hoje. "Em 2008, tínhamos 21 programas, hoje já temos 40 e com uma demanda que não para de crescer", disse. No entanto, completou dizendo que os mesmos motivos que levaram a criação da área são os que hoje ainda precisam ser priorizados. "Precisamos inovar tecnologicamente e consequentemente produzir mais patentes, além de induzir, por meio de disciplinas, o empreendedorismo na academia", disse.

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Para a coordenadora da área de Biotecnologia, Maria Fátima Grossi, o empreendedorismo deve ser induzido na academia (Foto: Guilherme Feijó - ACS/Capes)
A coordenadora ressaltou ainda como fatores indispensáveis ao trabalho conjunto academia-empresa o treinamento dos estudantes com foco em inovação, a indução de cursos de mestrado profissional e a concessão de bolsas nessas áreas estratégicas. No que tange aos investimentos privados, Grossi apontou a importância da divulgação de incentivos e benefícios fiscais relacionados ao financiamento de P&D para os setores acadêmicos e privados e atração de investimentos privados no Brasil apoiando o desenvolvimento da tecnologia, com visão de mercado. "É necessário que tenhamos conhecimento do mercado nacional e internacional para assim priorizar produtos que sejam competitivos para o Brasil", afirmou a coordenadora.


A diretora executiva da FarmaBrasil, Adriana Diaféria, representou o ramos das bioindústrias brasileiras apresentando o panorama nacional das empresas de biotecnologia no Brasil. Adriana citou a clareza e a agilidade no processo regulatório, bem como a discussão sobre o acesso à biodiversidade e o aperfeiçoamento da interação universidade-empresa, entre outros motivos, como fatores críticos ao sucesso do setor de biociências.

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Para diretora executiva do grupo FarmaBrasil, Ciência sem Fronteiras suprirá lacuna de qualificação de profissionais (Foto: Guilherme Feijó - ACS/Capes)

Adriana Diaféria citou ainda o programa Ciência sem Fronteiras como uma das formas de suprir a lacuna de profissionais qualificados na área da Biotecnologia. "A demanda que temos de profissionais casa com a iniciativa e o objetivo que a Capes tem de investir na qualificação internacional por meio do programa Ciência sem Fronteiras", disse Adriana.

Gisele Novais


Publicada por Assessoria de Comunicação Social da Capes   
Quarta, 30 de Maio de 2012 18:17

Fonte: Capes

sábado, 21 de abril de 2012

Projeto do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade é lançado no Senado


“O conhecimento seguro sobre a nossa biodiversidade é fundamental para a estruturação de uma economia verde. Não se pode explorar aquilo que não se conhece”, sustentou o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, no lançamento do Projeto do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr). A iniciativa foi lançada, nesta terça-feira (17), em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal. 
A iniciativa objetiva garantir o uso de dados sobre a biodiversidade e os ecossistemas brasileiros na elaboração e na implementação de políticas, facilitando e integrando a informação sobre o tema na tomada de decisão e nos processos de desenvolvimento de políticas públicas. Conta com US$ 28 milhões (US$ 20 milhões do MCTI e US$ 8 milhões do Fundo Global para o Meio Ambiente, o GEF, na sigla em inglês), conforme destacou Raupp.
O propósito é consolidar a infraestrutura, os instrumentos, as ferramentas e a tecnologia necessários para qualificar, reunir e disponibilizar online e gratuitamente a informação de biodiversidade contida em coleções de recursos biológicos do país, além de fortalecer as capacidades institucionais para garantir a atualização dos dados e o desenvolvimento de produtos e serviços. 
Em sua explanação, o ministro lembrou que o Brasil é o país com a maior diversidade biológica do planeta, abrigando cerca de 13% de toda biodiversidade conhecida. “O nosso objetivo é consolidar toda essa biblioteca da vida", disse Raupp. "O SiBBr permitirá identificar as melhores opções para a conservação e uso sustentável da biodiversidade brasileira, com impactos positivos para o meio ambiente global", acrescentou. O projeto é coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com recursos do Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), do Banco Mundial.

Estratégia

           Raupp ressaltou ainda que a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti) para o período 2012-2015 projeta quatro grandes linhas norteadoras e ações transversais em biodiversidade, voltadas a fomento, conhecimento, monitoramento, manejo, valoração de bens e serviços, mitigação e adaptação a impactos ambientais. 
O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre, destacou a importância do sistema, que vai integrar os bancos de dados dispersos pelo país. “Esse projeto é de enorme importância para as ações estratégicas do ministério. Vai prestar serviço muito relevante como um grande catalisador, para tornar essa informação transparente e somar valor aos esforços existentes”, afirmou. 
Segundo a diretora do SiBBr, Mercedes Bustamante, o projeto começou a ser desenvolvido em meados de 2011, quando foi criado um comitê técnico consultivo com a participação de órgãos como Ministério do Meio Ambiente, Embrapa, IBGE, Jardim Botânico (RJ), USP e institutos de pesquisa ligados ao MCTI (RNP, LNCC, MPEG, Inpe, Inpa). 
“A ideia é ter, nos próximos dois anos, uma participação efetiva da comunidade científica e de instituições que lideram iniciativas semelhantes para a estruturação do projeto. Esperamos que, no início de 2013, possamos estar com alguns produtos do sistema disponíveis para o grande público”, disse Mercedes, que é também diretora da secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento.
A audiência de lançamento no Sendo teve a presença da representante Nacional do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Denise Hamú, do secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Roberto Cavalcanti, do presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senador Rodrigo Rollemberg, de pesquisadores e de parlamentares.
                                                                                                                                            
Matéria atualizada em 17/04/2012



sexta-feira, 20 de abril de 2012

Taxonomia em barras





Utilizando técnica de DNA barcoding, cientistas pretendem catalogar 10% das espécies biológicas do Brasil em quatro anos (Foto: CBOL)

Por Fábio de Castro
Em 250 anos de prática taxonômica os cientistas descreveram cerca de 1,7 milhão de espécies de seres vivos. Mas estima-se que cerca de 87% das espécies existentes ainda são completamente desconhecidas, de acordo com o professor Cláudio Oliveira, do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu.
Segundo ele, o Brasil está contribuindo para diminuir essa imensa lacuna do conhecimento com o uso da técnica de DNA barcoding – ou código de barras de DNA – que vem se estabelecendo como um padrão global para a identificação de espécies biológicas.
Durante o 7º Simpósio do Programa BIOTA-FAPESP, realizado na semana passada em São Carlos (SP), Oliveira afirmou que, utilizando a técnica de DNA barcoding, a Rede de Pesquisa de Identificação Molecular da Biodiversidade Brasileira (BR-BoL) deverá catalogar 120 mil exemplares de 24 mil espécies em quatro anos.
A rede, coordenada por Oliveira, tem financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e integra o projeto internacional Barcode of Life (“Código de Barras da Vida, ou iBOL, na sigla em inglês), iniciado em 2004. Os dados coletados são inseridos na base de dados Barcode of Life Data Systems (Bold, na sigla em inglês).
“O objetivo é que, em quatro anos, sejam catalogados 120 mil exemplares na base Bold. Nossa estimativa é que isso corresponda a cerca de 10% da biodiversidade brasileira”, disse Oliveira.
Segundo ele, atualmente são conhecidas – isto é, possuem nome científico – cerca de 50 mil espécies de vertebrados, 800 mil espécies de insetos, 200 mil espécies de plantas com flores. Mas os números das espécies desconhecidas são muito mais impressionantes.
“Estima-se que o número de espécies ignoradas seja da ordem de 10 vezes o número das espécies identificadas taxonomicamente. Os vertebrados são até bem conhecidos: calcula-se que a taxa de desconhecimento seja de apenas 7%. Mas essa taxa é de 15% para as plantas, 65% para moluscos, 80% para protozoários, 90% para insetos e 99% para bactérias, por exemplo. Por isso é fundamental ter um método simples e eficaz de identificação, como o DNA barcoding”, afirmou.
A base Bold tem catalogadas, atualmente, mais de 106 mil espécies descritas em mais de 1,2 milhão de registros de código de barras. O processo é rápido, já que começou há apenas cinco anos. Mas a principal característica é a confiabilidade: com a técnica, os cientistas têm mais de 90% de chance de identificar com precisão as espécies.
“A base Bold preza muito pela qualidade dos dados. Para cada indivíduo há duas páginas de informação e não se trata de informação estática. Se identificamos uma sequência idêntica à que está na base, mas verificamos que o organismo é outro, podemos fazer reparos nos dados. Assim, o crescimento da base de dados apura sua qualidade progressivamente”, disse Oliveira
Erro histórico corrigido
Durante o evento, que foi realizado em conjunto com a 7ª Reunião de Avaliação do Programa BIOTA-FAPESP e a Reunião de Avaliação do BIOprospecTA, Oliveira apresentou uma conferência sobre a aplicação do DNA Barcoding no estudo comparativo de faunas.
Ele descreveu um estudo realizado por seu grupo que, graças à técnica do DNA barcoding, foi capaz de revelar e corrigir um erro taxonômico histórico. Em artigo publicado na revista Zootaxa, os cientistas revelaram que existiam dois nomes para uma única espécie de tainha.
O projeto “Filogeografia das espécies de tainha Mugil liza e Mugil platanus, tem apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.
“A espécie Mugil liza foi identificada em 1836 em Maracaibo, na Venezuela. Em 1880 foi identificada a suposta espécie Mugil platanus, em Buenos Aires, na Argentina. Mas no DNA barcoding, as espécies diferentes de tainha apresentam uma distância genética de quase 20%. Entre a liza e a platanus havia uma distância genética de apenas 0,2%”, explicou o pesquisador.
Antes do estudo, considerava-se que a tainha encontrada entre a Venezuela e Cabo Frio (RJ) eraMugil liza e, dali até a Argentina, o Mugil platanus. Ambas apresentavam, de fato, algumas diferenças morfológicas. 
“A análise genética mostrou que as diferenças eram um polimorfismo ocasionado pela variação da temperatura da água. Essa diferença não tem validade do ponto de vista taxonômico. Trata-se de uma única espécie distribuída no Oceano Atlântico em toda a América do Sul. Em 2010, descrevemos a espécie com seu verdadeiro nome: Mugil liza”, disse Oliveira.
O cientista também coordena o Projeto Temático “Biodiversidade e relações filogenéticas dos gêneros Astyanax, Hemigrammus, Hyphessobrycon e Moenkhausia”, financiado pela FAPESP. 
 


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Curso Internacional de Sementes: Fisiologia e Produção

Acontecerá a partir do dia 24 ao 26 de abril de 2012 o Curso Internacional de Sementes: Fisiologia e Produção.
Esse curso pretende oferecer a estudantes (graduação e pós-graduação), pesquisadores e profissionais da indústria de sementes uma atualização na área com a apresentação e discussão de técnicas atuais (fisiológicas e moleculares) para pesquisas e para a determinação da qualidade fisiológica de sementes.
 O curso também objetiva apresentar e discutir técnicas utilizadas para a melhoria na produção quantitativa e qualitativa de sementes. Os temas discutidos serão abordados por profissionais com reconhecida competência nacional e internacional em suas áreas de atuação.

Maiores informações: FEPAF


Transgênicos geram retorno de até R$ 3,59 para cada R$ 1 investido na semente


          Em matéria publicada Sexta-Feira, 13 de Abril de 2012, às 21:01 pela Barcelona Soluções Corporativas é dito que para o presidente da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (ABRASEM), o engenheiro agrônomo e produtor Narciso Barison Neto, poder contar com esse tipo de estudo para auxiliar na tomada de decisão é um diferencial.



          De acordo com o estudo, a cada R$ 1 investido em biotecnologia na saca de sementes em 2011 o produtor obteve, em média, R$ 2,61 de retorno adicional na produção de milho, R$ 1,59 na de soja e R$ 3,59 na de algodão.
         “Pela primeira vez conseguimos calcular o ganho sobre a margem operacional da produção. Com isso, foi possível trazer os benefícios econômicos para uma realidade bem mais próxima do agricultor brasileiro”, explica Anderson Galvão, sócio-diretor da Céleres e coordenador do estudo econômico.
            Para o presidente da ABRASEM, o engenheiro agrônomo e produtor Narciso Barison Neto, poder contar com esse tipo de estudo para auxiliar na tomada de decisão é um diferencial de grande valor para a competitividade do agricultor brasileiro. “Diante da necessidade de alimentar uma população que logo ultrapassará a barreira dos 10 bilhões de pessoas no mundo, é fundamental que o Brasil consolide sua posição de celeiro do mundo. E, para aumentar a produção sem abrir novas áreas, investir em biotecnologia agrícola é o caminho mais lógico”, afirma.

Benefícios ambientais

           Ao analisar os resultados acumulados no Brasil desde 1997 até 2011 e projetar a evolução para os próximos 10 anos, o estudo também avaliou os benefícios da biotecnologia para o meio ambiente e a sustentabilidade do agronegócio brasileiro. A redução do uso de água decorrente da menor necessidade de   aplicações de defensivos e de variedades mais resistentes a pragas, por exemplo, pode evitar o uso de 149 bilhões de litros de água nos próximos 10 anos, aponta o estudo. É um volume suficiente para abastecer 3,4 milhões de pessoas.
         
A redução no número de aplicações de defensivos necessárias nas lavouras, no mesmo período, equivale a 3,8 milhões de toneladas de CO2 que não serão emitidas na atmosfera. A economia de combustível também é significativa: equivalente ao necessário para abastecer 516 mil camionetes (o tipo de veículo mais comum nas lavouras).
            “A agricultura gera impacto ambiental, e é importante poder mensurar a médio e longo prazos como a biotecnologia pode ajudar a reduzir os efeitos e tornar o agronegócio cada vez mais sustentável”, analisa Paula Carneiro, diretora da Céleres Ambiental e coordenadora do estudo socioambiental.

Apoio à tomada de decisão do agricultor

       Além de patrocinar o estudo, a ABRASEM pretende levar essas conclusões para todos os agricultores brasileiros. “Precisamos fomentar o uso de todas as formas de tecnologia na agricultura no Brasil”, defende o presidente da entidade. Segundo ele, o estudo serve para auxiliar o produtor a tomar sua decisão.
      A análise da Céleres mostra que, em 10 anos, a biotecnologia renderá um acumulado de US$ 124 bilhões para a agricultura brasileira. “Mas ainda mais importante do que isso é mostrar que 84% desse valor ficará nos bolsos dos produtores brasileiros”, observa Barison. “Podemos nos tornar mais competitivos, produzir mais, reduzir o impacto ambiental e, ainda assim, ganharmos mais dinheiro”.
          Galvão, da Céleres, explica que, desse total de US$ 124 bilhões, 58% virá do milho, 34% da soja e 8% do algodão. “De fato, o milho GM no Brasil é talvez o exemplo mais bem sucedido de adoção de biotecnologia no mundo. O cereal precisou de apenas quatro safras para atingir o mesmo nível de adoção que a soja, que demorou 10 anos para que três quartos da área fossem cultivados com transgênicos”. Segundo ele, a área global com biotecnologia cresceu 10% em 2010, mas tem ritmo mais acelerado no Brasil.

Estudo chega à quinta edição

          Esta é a quinta atualização do estudo que acompanha os benefícios da biotecnologia na agricultura no Brasil, realizado anualmente desde 2008 para a Abrasem. A avaliação é dividida entre benefícios econômicos, analisados pela Céleres, e benefícios socioambientais, a cargo da Céleres Ambiental. Os resultados se baseiam em pesquisa de campo e entrevista com mais de 360 produtores de soja, milho e algodão espalhados pelo País. Essas são as três culturas com eventos GM aprovados no Brasil que já estão disponíveis no mercado.
          O estudo sempre consolidou os benefícios no acumulado do País, e esse ano buscou ainda aproximar os resultados ao dia a dia do agricultor. “Mensurar o ganho total para o País é interessante do ponto de vista da Economia, mas a conta que interessa mesmo ao produtor é a de dinheiro no bolso”, observa Galvão.



sábado, 25 de fevereiro de 2012

Biotecnologistas pelo mundo - Miami


O Blog da Biotecnologia volta  às  suas atividade e está cheio de novidades para 2012, à partir de amanhã mostrará quinzenalmente o que há de mais novo e relevante para a Biotecnologia do Brasil e do mundo.

Além disso também teremos mais notícias sobre eventos e curiosidades do profissional biotecnologista que hoje está cada vez mais bem estabelecido no mercado. Também pretendo falar o que o país tem feito quanto ao desenvolvimento dessa profissão e de áreas do conhecimento correlatas. 

Novidade para 2012 também é o início de uma página onde perguntas sobre a profissão serão respondidas e debatidas entre os usuários do Blog da Biotecnologia. Outra novidade é a de que mensalmente será publicada uma pergunta científica que será discutida durante aquele mês, assim pretendendo aplicar o conhecimento sobre a biotecnologia e fomentar a pesquisa no dia-a-dia do biotecnologista.

Como estou em Miami desde janeiro último, para pesquisa na área, gostaria de aproveitar essa oportunidade para falar um pouco sobre minhas observações sobre o cotidiano do biotecnologista na América do Norte e das parcerias cada vez mais frequentes que estão surgindo entre  pesquisadores e a indústria na América do Sul.

A partir de março aguardem novidades.

E você Biotecnologista? Em que parte do mundo está? Quais os desafios e vantagens para a profissão?

Compartilhe conosco!

       Biotecnologistas pelo mundo - Miami


Fotografia: Alexander Rodrigo

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pesquisadores identificam compostos capazes de induzir mutações no DNA

Segundo o texto escrito por Elton Alisson para a Agência FAPESP, Diversos agentes químicos, como aldeídos presentes na fumaça do cigarro ou em poluentes urbanos e industriais, produzem uma série de compostos no organismo humano, conhecidos como adutos, que são capazes de induzir mutações no DNA e podem causar o desenvolvimento do câncer.
Para medir e quantificar esses adutos, que em níveis elevados estão associados a diversos tipos de câncer, pesquisadores do Instituto de Química (IQ) da Universidade de São Paulo (USP) estão utilizando técnicas ultrassensíveis como a espectrometria de massas.
Alguns dos resultados do Projeto Temático, realizado com apoio da FAPESP, foram apresentados no 4º Congresso BrMASS, realizado pela Sociedade Brasileira de Espectrometria de Massas em dezembro, em Campinas (SP).
De acordo com Marisa Helena Gennari de Medeiros, professora do IQ e coordenadora do projeto, seu grupo de pesquisa tem conseguido detectar e quantificar adutos produzidos por aldeídos (eteno adutos) tanto em células humanas em cultura como em tecidos do fígado, cérebro e pulmão de ratos expostos à poluição.
“Dentre as técnicas que têm sido utilizadas, a espectrometria de massas é atualmente a mais importante e eficiente para se detectar como quantificar adutos no DNA”, disse.
O objetivo dos pesquisadores é utilizar esses adutos como marcadores biológicos (biomarcadores) em situações clínicas para detectar o risco de desenvolvimento de um câncer ou para avaliar a exposição a diferentes poluentes urbanos e industriais.
Por meio desses biomarcadores, em uma cidade como São Paulo, onde a população está exposta a diversos poluentes, seria possível avaliar qual deles, especificamente, é o responsável por uma determinada quantidade de adutos no DNA. “Com isso, teríamos uma prova específica de que um determinado poluente realmente afeta a saúde humana”, disse Medeiros.
Utilizando espectrometria de massas combinada com a técnica de marcação isotópica – em que uma substância é “marcada” ao incluir isótopos pouco comuns em sua composição química – os pesquisadores demonstraram a formação de um aduto derivado do acetaldeído.
O estudo indicou que o composto produzido a partir da queima da madeira e do tabaco de cigarro, entre outras fontes, pode ser um marcador biológico de exposição tanto à poluição urbana como para o alcoolismo, que é um dos principais fatores para o surgimento de câncer de boca, garganta e faringe.

Medição de adutos
Parte dos resultados da pesquisa foi publicada no Journal of The American Chemical Society e pode ser usada para explicar os mecanismos associados à exposição ao composto químico e os riscos de câncer.
“Esclarecemos a formação, que era bastante controversa, desse aduto por meio do acetaldeído, produto genotóxico ambiental. O produto formado é um aduto de DNA comprovadamente mutagênico e produzido também pela oxidação metabólica do álcool etílico”, disse Medeiros.
Segundo ela, o interesse pela pesquisa dos etenos adutos começou a ser despertado nas últimas décadas quando surgiram diversos casos de um câncer primário do fígado (hepatocarcinoma) muito raro entre trabalhadores de uma indústria de plástico nos Estados Unidos.
Ao investigar a origem da doença, os especialistas identificaram na época que se devia à exposição dos operários a compostos cancerígenos, como o cloreto de vinila e o uretano, utilizados na fabricação de polímeros.
Em 1992, cientistas conseguiram medir a formação de etenos adutos produzidos por cloreto de vinila em tecidos do fígado, pulmão e rim de ratos e dos trabalhadores da indústria de plástico norte-americana expostos ao composto químico. A partir de então, iniciou-se uma busca por técnicas ultrassensíveis para conseguir medir e quantificar esses adutos in vivo.
“Esses adutos promovem a transição e a substituição de pares de bases do DNA. Já são conhecidos sistemas para repará-los em mamíferos e em extratos de células de ratos”, disse Medeiros.
Atualmente, a cientista coordena outro Projeto Temático com apoio da FAPESP.
O artigo [13C2]- Acetaldehyde Promotes Unequivocal Formation of 1,N2-Propano-2′-deoxyguanosine in Human Cells (doi: 10.1021/ja2004686), de Medeiros e outros, pode ser lido por assinantes do Journal of The American Chemical Society em http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/ja2004686. 

Fonte: FAPESP

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Nature publica especial sobre biocombustíveis



Em reportagem da Agência FAPESP, o reporter Elton Alisson discorre acerca do suplemento da revista Nature atual (Vol. 474 No. 7352_supp ppS1-S43) o qual possui vários artigos científicos e reportagens que dizem respeito aos biocombustíveis utilizando-se de diferentes perspectivas e que possui o apoio da FAPESP.

A revista Nature lançou, em sua edição atual, um suplemento especial sobre biocombustíveis. A publicação tem apoio da FAPESP, do Biotechnology and Biological Sciences Research Council (BBSRC) do Reino Unido, do BioEnergy Science Center (BESC), ligado ao Departamento de Energia dos Estados Unidos, e das empresas Ceres e BP.

Intitulado Semeando substitutos para combustíveis fósseis, o suplemento reúne artigos e reportagens que abordam os biocombustíveis sob diferentes perspectivas.
Moving forward with biofuels foi escrito por Carlos Henrique de Brito Cruz (diretor científico da FAPESP), Richard Flavell (cientista-chefe da Ceres), Martin Christie (diretor de comunicação e sustentabilidade da BP Biocombustíveis), Janet Allen (diretora de pesquisa da BBSRC), Douglas Kell (CEO da BBSRC), Martin Keller (diretor associado do Oak Ridge National Laboratory) e Paul Gilna (diretor do BESC).
            No texto, os autores destacam que os biocombustíveis podem ser uma parte significativa da resposta à pergunta que se faz hoje sobre como a humanidade pode seguir em direção à mobilidade de baixo carbono assegurando, por um lado, o suprimento necessário de alimentos e serviços ambientais suficientes e, por outro, minimizando ou mesmo revertendo a produção de gases de efeito estufa, em um contexto no qual se prevê que o uso de energia deverá dobrar até 2050.
            Segundo eles, os biocombustíveis podem substituir muitas aplicações do petróleo e, em particular, os combustíveis líquidos utilizados no transporte. Além disso, eles também podem servir como substitutos do petróleo nas indústrias petroquímicas, como, por exemplo, na produção de polímeros “verdes”.
            Em contrapartida, a produção de biocombustíveis de plantas tem gerado muita controvérsia e equívoco. O que, na opinião dos autores, justifica e torna oportuno o suplemento especial da revista sobre o tema.
           “A produção em larga escala de biocombustíveis, como parte de uma agricultura global mais eficiente, não é somente vital para a suficiência, segurança e sustentabilidade energética, como também é um dos principais temas na agenda de debates política, regulatória e de sustentabilidade”, afirmam.
            De acordo com o texto, em 2010 os Estados Unidos produziram 13 bilhões de litros de etanol de milho, o que corresponde, aproximadamente, a 10% do total do combustível que utilizam e representa um aumento de 800% em relação a 2000.
            Por sua vez, o Brasil também teve um aumento de sua produção, que chegou a, aproximadamente, 8 bilhões de litros de etanol de cana-de-açúcar, representando cerca de 50% do combustível utilizado no país. Mas esse aumento não foi obtido apenas com a expansão do uso da terra para plantio.
            Houve também um considerável aumento de produtividade. “A produtividade da cana-de-açúcar aumentou no Brasil de 50 toneladas por hectare em 1975 para 80 toneladas por hectare em 2005”, apontam os autores.
            O texto também destaca a experiência bem-sucedida do Brasil na utilização do etanol de cana-de-açúcar como combustível, por meio de pequenas mudanças nos motores dos automóveis e na produção do chamado polietileno “verde” por companhias petroquímicas como a Braskem, além do farneseno (o diesel da cana), que deverá começar a ser produzido em breve no país pela empresa Amyris.
          “Quanto mais informações forem reunidas de experimentos realizados em grande escala nos Estados Unidos, com o milho, e no Brasil, com a cana-de-açúcar, mais inovações e/ou melhorias serão possíveis em todas as etapas da cadeia de produção, assim como nos novos projetos de processos de produção e biorrefinarias”, afirmam.
Lições do Brasil
           No artigo Lessons from Brazil, a professora de economia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (USP), Marcia Azanha Ferraz Dias de Moraes, aborda lições que o Brasil pode oferecer para outros países com base em sua experiência de 35 anos como um dos maiores produtores mundiais de biocombustível.
           Essas lições incluem a viabilidade de se substituir parte do combustível fóssil por uma alternativa renovável, a necessidade de regras claras sobre o funcionamento do mercado, a presença de uma economia de escala, a proteção ao meio ambiente e a atração ao investimento estrangeiro.
           “Qualquer país que queira atrair investimento doméstico ou estrangeiro precisa ter regras claras sobre o funcionamento de seu mercado de etanol. É preciso que estabeleça, entre outras coisas, como será a formação de preços, a competição com a gasolina, uma política de financiamento de estoque e de criação de empregos”, disse Moraes à Agência FAPESP.
            Entre os outros artigos publicados no suplemento estão: A new hope for Africa, de Lee Lynd, da Thayer School of Engineering do Dartmouth College; Direct impacts on local climate of sugar-cane expansion in Brazil, de Scott Loarie, pesquisador do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution for Science, e outros; e Microbial production of fatty-acid derived fuels and chemicals from plant biomass, de Eric Steen, do Departamento de Bioengenharia da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e colegas.
O suplemento especial Nature Outlook sobre biocombustíveis pode ser acessado emwww.nature.com/nature/outlook/biofuels.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Uma nova droga que poderia curar de resfriado a AIDS


De acordo com o pesquisador Todd Rider do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), estamos mais perto de um antiviral potente como nunca visto antes. Ele desenvolveu uma droga chamada de Draco, que derrotou com sucesso 15 diferentes tipos de vírus em testes em tecidos de camundongos e humanos. Dentre esses tipos estão incluídos alguns, literalmente, mortais: vírus da dengue, poliovírus, vírus influenza, e especialmente o vírus Ebola. E, sim, até vírus de resfriados foram testados, e a droga foi capaz de eliminá-lo também.
Mas como a Draco funciona?
Proteínas naturais em uma célula infectada detectam a presença do vírus. Essas proteínas são sensíveis à dupla fita de RNA, que está presente em quase todos os tipos de vírus.
Todd Rider pegou uma dessas proteínas naturais e ligou à outra proteína natural – também presente em todas as células – que leva à morte celular.
Para ajudar a nova proteína a penetrar na célula, ele adicionou uma característica que imita parte do HIV, pegando emprestado a sua habilidade de invadir células.
Uma vez administrada, a droga viaja pelo corpo mas irá somente ativar as células infectadas. Em questão de horas, a parte da droga sensível ao RNA detecta o vírus e ativa a parte suicida da célula. Quando a célula hospedeira morre, o vírus também.
Resultado 
Treated=tratado / Untreated=não tratado
Dessa forma, mesmo que o pesquisador tenha testado a droga em tecido humano, não significa que estamos prontos para testes em humanos. Ainda há um longo caminho pela frente e muitos testes em animais, antes de a droga chegar nas farmácias.
A Draco tem algumas similaridades com o interferon – ambos são à base de proteínas, o que significa que ela poderia provocar uma resposta imunológica, mesmo não havendo essa resposta nos camundongos que receberam a droga. São boas notícias, mas não pode-se correlacionar com as experiências em humanos.
Se a Draco ou um dos outros antivirais funcionasse, isso mudaria a saúde global da noite para o dia. A habilidade de curar pequenas infecções como um resfriado comum poderia poupar as pessoas de ficar alguns dias doentes cada ano – que através de uma população inteira poderia adicionar até uma força de trabalho muito mais eficiente.
Publicado no site http://www.biomedicinapadrao.com no dia 21 DE DEZEMBRO DE 2011,

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ministério da Saúde e Butantan realizam acordo para fabricação de Nacional de vacinas


            Acordo firmado com o laboratório para promover o desenvolvimento e a produção nacional de vacinas, soros e hemoderivados.
                                           
Foi divulgado no Blog da Saúde e por Priscila Costa e Silva no Portal da Saúde que, o Ministério da Saúde e o governo do Estado de São Paulo  firmaram hoje, terça-feira (20 dezembro de 2011), um acordo para estimular a produção nacional de produtos biológicos, como vacinas, soros e hemoderivados , pelo Instituto Butantan. A parceria foi definida em visita do ministro Alexandre Padilha ao laboratório público paulista.
O investimento inicialmente realizado pelo ministério será de R$ 20 milhões que serão  utilizados no aprimoramento da produção do laboratório, com destaque para as vacinas contra difteria, tétano, coqueluche e hepatite B. O estado dará contrapartida de outros R$ 20 milhões. Os recursos, que serão aplicados ao longo de 2012, são quase cinco vezes maiores que o investimento federal médio anual feito no Butantan ao longo dos últimos oito anos.
Também foi firmado acordo de cooperação técnica entre o Butantan e a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), que trabalharão em parceria para aprimorar a produção de derivados do sangue no país. A Hemobrás focará no atendimento em larga escala do mercado nacional, enquanto o Butantan apoiará o desenvolvimento de tecnologias para os hemoderivados.
A Hemobrás comprometeu-se também a fornecer ao Butantan os lotes pilotos de plasma que o laboratório utilizará na pesquisa e no desenvolvimento de hemoderivados.
“É bom para o país e para o SUS termos a Hemobrás, que será a maior produtora de homoderivados do Brasil, e o Butantan trabalhando juntos. Esta parceria é um grande passo para tornar o Brasil auto-suficiente em hemoderivados” declarou Padilha.
O Instituto Butantan é uma instituição bastante estratégica para o desenvolvimento de produtos biológicos, pois produz e fornece para a rede pública as vacinas para influenza, difteria e tétano, hepatite B, tríplice DTP (difteria), tétano e pertussis (coqueluche). Neste ano, o laboratório iniciou a produção independente de vacinas da gripe, fornecendo cerca de 3 milhões de doses para a última campanha sazonal do Ministério da Saúde. A previsão é que, a partir de 2012, o Butantan passe a produzir, anualmente, cerca de 20 milhões de doses o que representa um número muito maior de doses produzidas e, com isso, seria o suficiente para suprir as necessidades da campanha sazonal.
           OUTRAS PARCERIAS – O Ministério da Saúde tem estabelecido diversas Parcerias para Desenvolvimento Produtivo (PDPs) com laboratórios públicos e privados, com o objetivo de desenvolver o Complexo Industrial da Saúde. Este ano, foram firmadas nove novas parcerias com empresas públicas e privadas, totalizando 28 acordos em andamento para produção nacional de tratamentos de doenças que atingem a população, como Parkinson e artrite reumatóide.
Com todas essas parcerias, 29 produtos de saúde (28 medicamentos e o DIU) passarão a ser fabricados no país. A produção de cinco deles já começou – tenofovir, clozapina, quetiapina, toxina botulínica, e tacrolimo. Os medicamentos envolvem tratamento para DSTs, doenças crônicas não transmissíveis, doenças degenerativas, doença de Crohn, antipsicóticos, hemofilia e tuberculose. Estão envolvidos 31 laboratórios, sendo 10 públicos e 21 privados, nacionais e estrangeiros.
As parcerias vão gerar uma economia estimada de R$ 400 milhões por ano. Este valor, somado à redução de custos gerada por inovação tecnológica e melhor gestão de recursos em vacinas, negociações e centralização de compras, leva a uma redução de gastos equivalente a R$ 1,7 bilhão por ano no orçamento do Ministério da Saúde.
O Blog da Biotecnologia vem a público parabenizar o Ministério da Saúde e o governo do Estado de São Paulo pela desafiadora e importante iniciativa a qual, na minha concepção, favorecerá não somente o avanço da produção nacional anteriormente citada, mas também, o desenvolvimento da ciência nacional dentro desse setor.

domingo, 18 de dezembro de 2011

XVI Prêmio Jovem Talento em Ciência da Vida

Prêmio em dinheiro no valor de US$ 1,500. 00 (um mil e quinhentos dólares norte- americanos) .
Passagem aérea para participar de um Congresso Internacional de escolha do candidato*.
Apresentar o trabalho durante a 41 Reunião Anual da SBBq

A Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular e a GE Healthcare Life Sciences convidam todos os estudantes dos países da América Latina a participarem deste desafio científico. Uma oportunidade para você multiplicar suas chances e ir além de simples possibilidades.

Poderão se Inscrever: Alunos de INICIAÇÃO CIENTÍFICA E pós-graduação (MESTRADO E doutorado) realizando sua tese nos países da América Latina, e Doutores com tese concluída após 30 de JANEIRO de 2011.

Documentos para Inscrição:


Curriculum Vitae
Carta de Recomendação
Cópias dos artigos completos publicados pelo candidato
Resumo em inglês com até 250 palavras
Comprovante de inscrição em curso de pós-graduação ou certificado de defesa de tese.
CD contendo todos os itens anteriores no formato PDF.
Inscrições abertas até 03 de fevereiro de 2012.

Obs.: Os documentos não serão devolvidos.

Endereço para Inscrição:

Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq)
a/c Prêmio Jovem Talento
Av. Prof. Lineu Prestes, 748, bloco 3 superior, sala 0367 - CEP 05508-000,
Butantã, São Paulo - SP - Brasil.

Seleção: O comitê encarregado da seleção será composto por membros destacados da nossa comunidade científica, indicados pela diretoria da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular. O Comitê analisará todos os inscritos e selecionará até 5 candidatos para apresentarem seus trabalhos na 41ª Reunião Anual os quais serão avaliados durante o Simpósio. O resultado final será anunciado durante a cerimônia de encerramento. O vencedor deverá ceder aos organizadores do prêmio o direito de divulgação e publicidade de sua imagem.

Prescrição do direito ao prêmio: Caso o prêmio não seja solicitado no prazo de 1 ano contado a partir da data da premiação que acontecerá durante a 41ª Reunião Anual da SBBq, o candidato escolhido perderá o direito ao prêmio.


Fonte: Sbbq
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